terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Atividade Extra Terceiros anos Integrados e regulares. Análise Crítica.

Caros alunos a atividade consiste em fazer um comentário a respeito do artigo escrito pela repórter Rachel Sheherazade. E também a respeito do vídeo de opinião onde ela fala a respeito do jovem que é espancado e preso a poste.

Vocês deverão ler o artigo e fazer um comentário a respeito do mesmo. Posteriormente vocês deverão responder o comentário de um colega efetuando uma análise crítica do mesmo (comentário). 

Obs: Atividade individual devendo conter nome completo do aluno e turma. Os comentários serão aceitos até 15/03/2014 às 20:00 Hs. 




Bom trabalho a todos. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Entrevista do Romário ao jornalista Cosme Rimoli - TV Record. (Atividade extra segundo ano).

Alunos dos Segundos Anos comentem o texto abaixo, não se esquecendo da criticidade e também da questão ética diante da política. Os comentários serão aceitos até as 20:00 horas do dia 08/03/2014. Bom trabalho a todos. Não se esqueçam que a atividade possui caráter avaliativo com pontuação extra, devendo conter nome completo do grupo e também a respectiva turma.

Vocês deverão fazer a leitura do texto e depois fazer um comentário crítico abaixo. O comentário será colocado na própria postagem. Vocês podem fazê-la individualmente ou em grupos de até 03 integrantes.

Entrevista do Romário ao jornalista Cosme 
Rimoli - TV Record.




- Você foi recebido com preconceito em Brasília?
Olha, vou ser claro para quem ler entender como as coisas são. Há o burro, aquele que não entende o que acontece ao redor. E há o ignorante, que não teve tempo de aprender. Não houve preconceito comigo porque não sou nem uma coisa nem outra. Mesmo tendo a rotina de um grande jogador que fui, nunca deixei de me informar, estudar. Vim de uma família muito humilde. Nasci na favela. Meu pai, que está no céu, e minha mãe ralaram para me dar além de comida, educação. Consciência das coisas... Não só joguei futebol. Frequentei dois anos de faculdade de Educação Física. E dois de moda. Sim, moda. Sempre gostei de roupa, de me vestir bem. Queria entender como as roupas eram feitas. Mas isso é o de menos. O que importa é que esta sede de conhecimento me deu preparo para ser uma pessoa consciente... Preparada para a vida. E insisto em uma tese em Brasília, com os outros deputados. O Brasil só vai deixar de ser um país tão atrasado quando a educação for valorizada. O professor é uma das classes que menos ganha e é a mais importante. O Brasil cria gerações de pessoas ignorantes porque não valoriza a Educação. E seus professores. Não há interesse de que a população brasileira deixe de ser ignorante. Há quem se beneficie disso. As pessoas que comandam o País precisam passar a enxergar isso. A Saúde é importante? Lógico que é. Mas a Educação de um povo é muito mais.

- Essa ignorância ajuda a corrupção? Por exemplo, que legado deixou o Pan do Rio?
Você não tenha dúvidas que a ignorância é parceira da corrupção. Os gastos previstos para o Pan do Rio eram de, no máximo, R$ 400 milhões. Foram gastos R$ 3,5 bilhões. Vou dar um testemunho que nunca dei. Comprei alguns apartamentos na Vila Panamericana do Rio como investimento. A melhor coisa que fiz foi vender esses apartamentos rapidamente. Sabe por quê? A Vila do Pan foi construída em cima de um pântano. Está afundando. O Velódromo caríssimo está abandonado. Assim como o Complexo Aquático Maria Lenk... É um escândalo! Uma vergonha! Todos fingem não enxergar. Alguém ganhou muito dinheiro com o Panamericano do Rio. A ignorância da população é que deixa essa gente safada sossegada. Sabe que ninguém vai cobrar nada das autoridades. A população não sabe da força que tem. Por isso que defendo os professores. Não temos base cultural nem para entender o que acontece ao nosso lado. E muito menos para perceber a força que temos. Para que gente poderosa vai querer a população consciente? O Pan do Rio custou quatro vezes mais do que este do México. Não deixou legado algum e ninguém abre a boca para reclamar.

- Se o Pan foi assim, a Copa do Mundo no Brasil será uma festa para os corruptos...
Vou te dar um dado assustador. A presidente Dilma havia afirmado quando assumiu que a Copa custaria R$ 42 bilhões. Já está em R$ 72 bilhões. E ninguém sabe onde os gastos vão parar. Ningúem. Com exceção de São Paulo, Rio, Minas, Rio Grande do Sul e olhe lá...Pernambuco... Todas as outras sete arenas não terão o uso constante. E não havia nem a necessidade de serem construídas. Eu vi onze das doze... Estive em onze sedes da Copa e posso afirmar sem medo. Tem muita coisa errada. E de propósito para beneficiar poucas pessoas. Por que o Brasil teve de fazer 12 sedes e não oito como sempre acontecia nos outros países? Basta pensar. Quem se beneficia com tantas arenas construídas que servirão apenas para três jogos da Copa? É revoltante. Não há a mínima coerência na! organização da Copa no Brasil.

- São Paulo acaba de ser confirmado como a sede da abertura da Copa. Você concorda?
Como posso concordar? Colocaram lá três tijolinhos em Itaquera e pronto... E a sede da abertura é lá. Quem pode garantir que o estádio ficará pronto a tempo? Não é por ser São Paulo, mas eu não concordaria com essa situação em lugar nenhum do País. Quando as pessoas poderosas querem é assim que funcionam as coisas no Brasil. No Maracanã também vão gastar uma fortuna, mais de um bilhão. E ninguém tem certeza dos gastos. Nem terá. Prometem, falam, garantem mas não há transparência. Minha luta é para que as obras não fiquem atrasadas de propósito. E depois aceleradas com gastos que ninguém controla.

- O que você acha de um estádio de mais de R$ 1 bilhão construído com recursos públicos. E entregue para um clube particular.
Você está falando do estádio do Corinthians, não é? Não vou concordar nunca. Os incentivos públicos para um estádio particular são imorais. Seja de que clube for. De que cidade for. Não há meio de uma população consciente aceitar. Não deveria haver conversa de politico que convencesse a todos a aceitar. Por isso repito que falta compreensão à população do que está acontecendo no Brasil para a Copa.

- A Fifa vai fazer o que quer com o Brasil?
Infelizmente, tudo indica que sim. Vai lucrar de R$ 3 a R$ 4 bilhões e não vai colocar um tostão no Brasil. É revoltante. Deveria dar apenas 10% para ajudar na Educação. Iria fazer um bem absurdo ao Brasil. Mas cadê coragem de cobrar alguma coisa da Fifa. Ela vai colocar o preço mais baixo dos ingressos da Copa a R$ 240,00. Só porque estamos brigando pela manutenção da meia entrada. É uma palhaçada! As classes C, D e E não vão ver a Copa no estádio. O Mundial é para a elite. Não é para o brasileiro comum assistir.

- Ricardo Teixeira tem condições de comandar o processo do Mundial de 2014?
Não tem de saúde. Eu falei há mais de quatro meses que ele não suportaria a pressão. Ser presidente da CBF e do Comitê Organizador Local é demais para qualquer um. Ainda mais com a idade que ele tem. Não deu outra. Caiu no hospital. E ainda diz que vai levar esse processo até o final. Eu acho um absurdo.

- Muito além da saúde de Ricardo Teixeira. Você acha que pelas várias denúncias, investigações da Polícia Federal... Ele tem condições morais de comandar a organização Copa no Brasil?
Não. O Ricardo Teixeira não tem condições morais de organizar a Copa. Não até provar que é inocente. Que não tem cabimento nenhuma das denúncias. Até lá, não tem condições morais de estar no comando de todo o processo. Muito menos do futebol brasileiro...


Entrevista concedida ao repórter Cosme Rímoli, da TV Record.

Para que estudar Filosofia? (Atividade Primeiro ano).

Bom dia pessoal!

O texto que segue abaixo, apesar de ser um pouco grande, é de fácil compreensão e engloba muito bem o que estamos  falando em sala a respeito da importância de se estudar Filosofia. 

Vocês deverão fazer a leitura dele e depois responder aos questionamentos abaixo. As suas respostas serão colocadas em forma de comentário na própria postagem. Vocês podem fazê-la individualmente ou em grupos de até 03 integrantes.

Mas fiquem atentos! Vocês devem colocar, antes do comentário de vocês, nome completo e a turma que estão matriculados, ok? Esta atividade é avaliativa, portanto, não deixem de fazê-la. Vocês terão até o dia 08 de março de 2014 às 20:00 horas para realizar a atividade.  

Para que estudar Filosofia?
(Hermes José Novakoski)


No primeiro dia de aula fui indagado por uma aluna: “Professor, até hoje ninguém conseguiu me explicar o que é Filosofia?” Não era surpresa. Respondi que a resposta que ela estava buscando estava dentro dela mesma e em nenhum outro lugar. “Mas como assim?” Voltou a indagar.
Observando outras aulas, como de física por exemplo, a professora falava da importância em estudar aquele determinado conteúdo que certamente seria conteúdo de prova de vestibular. Percebi certo interesse e atenção dos alunos, que estavam sendo provocados pelo desejo de passar no vestibular.
Em meio a tudo isso, surgiu o questionamento que certamente está presente constantemente nos alunos de Ensino Médio: “Para que estudar Filosofia se não cai no vestibular?” Eles tem razão. Filosofia não cai no vestibular assim como a matemática, o português, a história, a geografia e outras disciplinas.
Vamos avançando na reflexão. Será que Filosofia não aparece no vestibular? Por que então estudar essa disciplina?
Na interpretação da questão de física, na produção da redação, na interpretação do texto de português, na equação matemática, sempre há um toque de Filosofia.
Aquele que não consegue seguir o raciocínio lógico da matemática, por exemplo, não teve uma boa aula de Filosofia.
Filosofia não se estuda com descobertas cientificas, frases, respostas prontas. A Filosofia não se limita às verdades ligadas as condições humanas, ou a ciência, que por sua vez possuem limitações.
A sua preocupação está voltada há uma verdade maior, uma verdade que transcende os limites da razão humana, à qual somos instigados a buscar constantemente. Essa busca e essa verdade não são finitas, por isso enquanto o homem existir, e isso penso ser maravilhoso, ele vai estar sempre em busca dessa verdade maior.
A nossa vida não se limita ao 2+2=4, pois a verdade, o bem, o belo, não podem ser entendidos e interpretados como simples equações matemáticas.
Eles exigem uma reflexão maior, convidando-nos a olharmos para nós mesmos, para o nosso intimo, onde se encontra a razão de nosso existir.
Quanto mais nos voltarmos para nós mesmos e nos remetermos ao transcendente, tanto mais teremos que caminhar. Essa caminhada é infinita vai abrindo os horizontes a medida que caminhamos.
É preciso estudar Filosofia para entendermos melhor a vida. Entender e compreender seu real e imenso valor que possui em si.
Sem Filosofia nossa vida, seria limitada a simples cálculos, o que nos tornaria calculistas, frios e sem vida.
A Filosofia abre os horizontes e nos guia para uma verdade que transcende todas as verdades da ciência. A verdade de nossa existência, a força que nos move para uma busca infinita.
Parece ser difícil compreender Filosofia com tantos dizeres filosóficos e pensamentos. Porém a sua compreensão exigência essa busca.
Só entenderemos o sentido da Filosofia quando entendermos que não podemos somar ou subtrair, multiplicar nem dividir nossa verdade, o bem, o belo, o amor, a existência. Os sentimentos podem ser expressados nas mais diversas formas, mas nunca numa equação matemática, nem numa composição química ou física.
Nossas relações se tornam frias e calculistas porque na sociedade vive-se dessa maneira. Muitos dizem que pensar é coisa de quem não tem o que fazer. Porém, a reflexão ajuda a compreender as coisas da forma como nenhuma ciência ajuda a compreender.
Hoje, questões ligadas a vida, a ética, a moral, aos direitos humanos exigem muita reflexão, a qual a Filosofia ajuda, e sem a qual caímos no dogmatismo ou não compreendemos a vida na sua essência.
Aos poucos vamos percebendo melhor quanto a Filosofia faz parte da nossa vida. Muitos usam a Filosofia sem nunca terem estudado algo especificamente ligado à ela. É difícil encontrar um termo para definir Filosofia, porém, não podemos compreendê-la separada da nossa realidade, do nosso cotidiano, da nossa vida, pois ela é intrínseca a nós. Não somos nós que escolhemos a Filosofia, mas é ela quem nos escolhe. 
A Filosofia nos faz refletir sobre o que é melhor para nós e para o meio em que vivemos. Diante de determinadas situações, a reflexão filosófica nos ajuda para fazermos a melhor escolha, a opção mais eficaz.
Talvez, por sermos calculistas, frios, não gostamos de Filosofia, justamente porque ela mexe com nosso interior e isso pode doer, pois nos faz refletir sobre decisões tomadas e que muitas vezes, foram feitas sem muita reflexão.
Deve haver um equilíbrio entre razão e emoção. Quando usamos só a razão nos tornamos insensíveis diante de muitas realidades, mas, só o uso da emoção também não favorece nas escolhas.
Temos preguiça de pensar. Não usamos nossa capacidade de raciocínio e por isso, em tantos casos, nos damos mal. A escola se preocupa muito com o decorar as coisas. Saber regras de cor, mas na vida é preciso refletir diante de fatos, pois não podemos aplicar à tudo as mesmasrespostas. A vida não é padronizada e quem a faz assim sofre muito. Há opções a serem feitas; leis a serem cumpridas. Sem a reflexão seremos meros executores, sem sabermos o porque de todas essas coisas.
Em muitos casos somos colocados no mesmo patamar das máquinas, que funcionam com determinados comandos. A vida não é assim. Para quem não reflete, viver assim, pode parecer a melhor forma. Muitas pessoas não encontram o sentido da vida, porque não conseguem ver além da beleza externa. Se colocarmos o sentido da vida nas aparências, não demora muito e caímos na decepção, no desespero, na agonia de uma vida mal vivida, porque as aparências podem nos enganar. Se a nossa verdade, o sentido da nossa vida está embasado numa verdade interior e maior que a das aparências, seremos mais felizes e encontraremos a razão do nosso existir.
Existem inúmeros exemplos a esse respeito. Numa relação de Amizade, por exemplo. Se não há um conhecimento maior de ambas as partes, esse sentimento morre logo. Quando nos conhecemos melhor interiormente e conhecemos também o outro, as dificuldades e dúvidas que aparecerão serão superadas e entendidas com maior facilidade, pois sabemos que em cada pessoa há um bem maior e que pode, deve e precisa ser conhecido. Uma amizade que fica só nas aparências é como uma casa construída sobre a areia. Na primeira tempestade, na primeira ventania desmorono. Cai por terra. Uma amizade alicerçada na verdade, no conhecimento interior do outro e de si, as tempestades vindouras não terão forças suficientes para destruir. O que permanece é aquilo que está alicerçado na razão e no coração ao mesmo tempo. O restante é passageiro e ilusório.
As grandes amizades são aquelas que foram estruturadas pela verdade e conhecimento um do outro sem medos e reservas. Elas resistem e permanecem porque seu alicerce é mais firme e melhor construído. A Filosofia permite um maior conhecimento da pessoa do outro e da minha. Sabendo e conhecendo minhas limitações saberei compreender as limitações do outro. Saberei que todos somos caminhantes e estamos na busca da verdade transcendental e que nunca tem um fim. Ninguém pode dizer: Chega! Basta! Sei tudo o que preciso! Pessoas ignorantes talvez pensam assim. Pensar assim é igual a morrer. Por que continuar vivendo se sei tudo?
Enquanto vivemos somos impulsionados à busca da verdade e isso nos da forças e incentivos para continuarmos vivendo, sendo sedentos e desejosos da vida. Por que esta não se limita a nenhuma ciência, mas encontra sua razão de ser na Filosofia.
Agora pergunto se consegui responder a pergunta levantada pela jovem na sala de aula. Se você, que está lendo este artigo já fez uma experiência profunda da vida, penso que vai entender. Se você ainda não fez, sinta-se convidado a fazer essa experiência que é única e maravilhosa.
A Filosofia acontece no dia-a-dia da nossa vida, basta nos darmos conta disso. Filosofia é refletir sobre as coisas que acontecem, são ditas e ouvidas. Não se limita apenas à perguntarmos POR QUE?, mas precisamos ir mais adiante. Precisamos nos perguntar do nível de verdade daquilo que a TV apresenta. Aquilo que muitas revistas trazem em suas páginas. Não podemos nos esquecer que eles tem seu ponto de vista e seus interesses, mas estes não deveriam ocultar a verdade. A interpretação de uma notícia, seu posicionamento crítico e argumentação, é uma forma de fazer Filosofia. Aceitar tal e qual tudo o que jornais, TV e revistas nos apresentam é uma forma de ignorância. Precisamos ter cuidado. Isso não que dizer que todos e em todas as ocasiões mentem, ou faltam com a verdade. Porém, sempre, sem exceção precisamos nos perguntar pela verdade dos fatos.
Quantas vezes os repórteres são induzidos a manipularem notícias sobre determinados acontecimentos e assuntos. Sempre que possível seria importante ler ou assistir mais de um jornal e depois fazer um paralelo entre eles. Isso exige tempo e vontade. Podemos discutir com outras pessoas para ouvir seu ponto de vista que ajuda-nos a abrir nossos horizontes. Quanto mais nos fechamos em nós mesmos, em nosso mundo individual, mais ignorantes nos tornamos. A abertura, a experiência, o dialogo, a leitura, nos tornam pessoas abertas e conhecedoras da verdade. Buscar sempre a verdade dos acontecimentos, dos fatos é uma atitude filosófica.
Se pararmos e pensarmos neste momento o quanto refletimos sobre tudo o que acontece, ouvimos e vemos, nos daremos conta que nem sempre fazemos isso e não fazemos porque simplesmente não queremos, pois todos nós podemos e sabemos.
Se refletíssemos, por exemplo, o nível de verdade que mostra a novela, não sei se ligaríamos ainda a TV para nossos filhos e para nós assistirmos. Sem nenhum desprezo e sem querer desrespeitar quem gosta e assiste sempre, acredito que as novelas são uma forma de manipulação as pessoas. Mas é clero que assistir de vez em quando e com uma visão critica não faz mal. Às vezes vejo justamente para depois comentar e usar como exemplo o alto nível de baixaria de muitas novelas e de muitos programas de TV. Para isso, não podemos deixar de fazer lembrança da necessidade de uma boa educação. Nossas escolas precisam repensar o nível de qualidade daquilo que se ensina e a forma como se ensina. Pessoas esclarecidas sabem criticar e dosar as coisas, estando na busca da verdade e do bom senso.
Precisamos nos perguntar qual o nível de conhecimento que uma pessoa tem dos acontecimentos históricos quando escreve novela, filme, minissérie. Será que aquilo é a verdade? Será que é a melhor forma de ver o acontecimento?
Estes e outros inúmeros fatos fazem parte do nosso cotidiano.
Viu como não é difícil compreender e praticar Filosofia? Mente aberta à reflexão de tudo o que acontece e vemos é um jeito, não único, de fazer Filosofia.



 Atividade Avaliativa:

1-        Segundo o texto, qual a justificativa de se compreender a importância e para que "serve" a Filosofia?

2-        Explique a frase do autor que diz "Sem Filosofia nossa vida, seria limitada a simples cálculos, o que nos tornaria calculistas, frios e sem vida".

3-        De que forma a Filosofia pode contribuir para que tenhamos uma visão mais crítica sobre a nossa própria realidade? Você pode dar exemplos para explicar o seu ponto de vista.

4- É preciso estudar Filosofia para entendermos melhor a vida. Entender e compreender seu real e imenso valor que possui em si. Sem Filosofia nossa vida, seria limitada a simples cálculos, o que nos tornaria calculistas, frios e sem vida. Explique com suas palavras o que é falado no trecho anterior. 

sábado, 2 de novembro de 2013

Entrevista do Romário ao jornalista Cosme Rimoli - TV Record.



Alunos dos Segundos Anos Regulares e Integrado em Informática comentem o texto abaixo, não se esquecendo da criticidade e também da questão ética diante da política. Os comentários serão aceitos até as 20:00 horas do dia 14/11/2013. Bom trabalho a todos. Não se esqueçam que a atividade possui caráter avaliativo com pontuação extra.


Entrevista do Romário ao jornalista Cosme 
Rimoli - TV Record.

- Você foi recebido com preconceito em Brasília?
Olha, vou ser claro para quem ler entender como as coisas são. Há o burro, aquele que não entende o que acontece ao redor. E há o ignorante, que não teve tempo de aprender. Não houve preconceito comigo porque não sou nem uma coisa nem outra. Mesmo tendo a rotina de um grande jogador que fui, nunca deixei de me informar, estudar. Vim de uma família muito humilde. Nasci na favela. Meu pai, que está no céu, e minha mãe ralaram para me dar além de comida, educação. Consciência das coisas... Não só joguei futebol. Frequentei dois anos de faculdade de Educação Física. E dois de moda. Sim, moda. Sempre gostei de roupa, de me vestir bem. Queria entender como as roupas eram feitas. Mas isso é o de menos. O que importa é que esta sede de conhecimento me deu preparo para ser uma pessoa consciente... Preparada para a vida. E insisto em uma tese em Brasília, com os outros deputados. O Brasil só vai deixar de ser um país tão atrasado quando a educação for valorizada. O professor é uma das classes que menos ganha e é a mais importante. O Brasil cria gerações de pessoas ignorantes porque não valoriza a Educação. E seus professores. Não há interesse de que a população brasileira deixe de ser ignorante. Há quem se beneficie disso. As pessoas que comandam o País precisam passar a enxergar isso. A Saúde é importante? Lógico que é. Mas a Educação de um povo é muito mais.

- Essa ignorância ajuda a corrupção? Por exemplo, que legado deixou o Pan do Rio?
Você não tenha dúvidas que a ignorância é parceira da corrupção. Os gastos previstos para o Pan do Rio eram de, no máximo, R$ 400 milhões. Foram gastos R$ 3,5 bilhões. Vou dar um testemunho que nunca dei. Comprei alguns apartamentos na Vila Panamericana do Rio como investimento. A melhor coisa que fiz foi vender esses apartamentos rapidamente. Sabe por quê? A Vila do Pan foi construída em cima de um pântano. Está afundando. O Velódromo caríssimo está abandonado. Assim como o Complexo Aquático Maria Lenk... É um escândalo! Uma vergonha! Todos fingem não enxergar. Alguém ganhou muito dinheiro com o Panamericano do Rio. A ignorância da população é que deixa essa gente safada sossegada. Sabe que ninguém vai cobrar nada das autoridades. A população não sabe da força que tem. Por isso que defendo os professores. Não temos base cultural nem para entender o que acontece ao nosso lado. E muito menos para perceber a força que temos. Para que gente poderosa vai querer a população consciente? O Pan do Rio custou quatro vezes mais do que este do México. Não deixou legado algum e ninguém abre a boca para reclamar.

- Se o Pan foi assim, a Copa do Mundo no Brasil será uma festa para os corruptos...
Vou te dar um dado assustador. A presidente Dilma havia afirmado quando assumiu que a Copa custaria R$ 42 bilhões. Já está em R$ 72 bilhões. E ninguém sabe onde os gastos vão parar. Ningúem. Com exceção de São Paulo, Rio, Minas, Rio Grande do Sul e olhe lá...Pernambuco... Todas as outras sete arenas não terão o uso constante. E não havia nem a necessidade de serem construídas. Eu vi onze das doze... Estive em onze sedes da Copa e posso afirmar sem medo. Tem muita coisa errada. E de propósito para beneficiar poucas pessoas. Por que o Brasil teve de fazer 12 sedes e não oito como sempre acontecia nos outros países? Basta pensar. Quem se beneficia com tantas arenas construídas que servirão apenas para três jogos da Copa? É revoltante. Não há a mínima coerência na! organização da Copa no Brasil.

- São Paulo acaba de ser confirmado como a sede da abertura da Copa. Você concorda?
Como posso concordar? Colocaram lá três tijolinhos em Itaquera e pronto... E a sede da abertura é lá. Quem pode garantir que o estádio ficará pronto a tempo? Não é por ser São Paulo, mas eu não concordaria com essa situação em lugar nenhum do País. Quando as pessoas poderosas querem é assim que funcionam as coisas no Brasil. No Maracanã também vão gastar uma fortuna, mais de um bilhão. E ninguém tem certeza dos gastos. Nem terá. Prometem, falam, garantem mas não há transparência. Minha luta é para que as obras não fiquem atrasadas de propósito. E depois aceleradas com gastos que ninguém controla.

- O que você acha de um estádio de mais de R$ 1 bilhão construído com recursos públicos. E entregue para um clube particular.
Você está falando do estádio do Corinthians, não é? Não vou concordar nunca. Os incentivos públicos para um estádio particular são imorais. Seja de que clube for. De que cidade for. Não há meio de uma população consciente aceitar. Não deveria haver conversa de politico que convencesse a todos a aceitar. Por isso repito que falta compreensão à população do que está acontecendo no Brasil para a Copa.

- A Fifa vai fazer o que quer com o Brasil?
Infelizmente, tudo indica que sim. Vai lucrar de R$ 3 a R$ 4 bilhões e não vai colocar um tostão no Brasil. É revoltante. Deveria dar apenas 10% para ajudar na Educação. Iria fazer um bem absurdo ao Brasil. Mas cadê coragem de cobrar alguma coisa da Fifa. Ela vai colocar o preço mais baixo dos ingressos da Copa a R$ 240,00. Só porque estamos brigando pela manutenção da meia entrada. É uma palhaçada! As classes C, D e E não vão ver a Copa no estádio. O Mundial é para a elite. Não é para o brasileiro comum assistir.

- Ricardo Teixeira tem condições de comandar o processo do Mundial de 2014?
Não tem de saúde. Eu falei há mais de quatro meses que ele não suportaria a pressão. Ser presidente da CBF e do Comitê Organizador Local é demais para qualquer um. Ainda mais com a idade que ele tem. Não deu outra. Caiu no hospital. E ainda diz que vai levar esse processo até o final. Eu acho um absurdo.

- Muito além da saúde de Ricardo Teixeira. Você acha que pelas várias denúncias, investigações da Polícia Federal... Ele tem condições morais de comandar a organização Copa no Brasil?
Não. O Ricardo Teixeira não tem condições morais de organizar a Copa. Não até provar que é inocente. Que não tem cabimento nenhuma das denúncias. Até lá, não tem condições morais de estar no comando de todo o processo. Muito menos do futebol brasileiro...


Entrevista concedida ao repórter Cosme Rímoli, da TV Record.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Lógica - Matéria para o Segundo Ano.



Para Aristóteles a filosofia tinha um objetivo essencialmente metodológico. Sua lógica se preocupava em apresentar o caminho correto para a investigação e a demonstração científicas. O conhecimento aristotélico baseava-se em:
·               Observação dos fenômenos particulares
·               Intuição dos princípios gerais ou universais a que os fenômenos obedeciam
·               Dedução de causas dos fenômenos particulares
Se esses princípios gerais fossem adequadamente formulados, e suas consequências corretamente deduzidas, as explicações só poderiam ser verdadeiras, segundo o ilustre filósofo.

Lógica

Considera-se que Aristóteles seja criador da lógica formal, embora a primeira formulação apareça na obra de Parmênides, filósofo pré-socrático que enunciou o princípio da não contradição: “o ser é e o não ser não é”. Assim se entende que: ao se afirmar algo sobre alguma coisa, não se pode afirmar ao mesmo tempo o contrário sobre essa mesma coisa, como dizer que o ser não é. O mesmo seria dizer que uma pessoa é alta e baixa ou gorda e magra, um absurdo do ponto de vista lógico.
         Outros dois princípios fundamentais da lógica:
·               Princípio da identidade – uma coisa é sempre idêntica a ela mesma (ou A = a)
·               Princípio do terceiro excluído – uma afirmação é verdadeira ou falsa, pois não é possível um terceiro valor.
Assim, dizer que “aquela mulher é Maria” é verdadeiro ou falso, pois não uma terceirapossibilidade.
Em continuidade a esse tipo de questão, Aristóteles declarou que a verdade e a certeza dependem de normas do pensamento que permitam demonstrações corretas e irrefutáveis. Seu projeto de forjar um instrumento mais seguro para a constituição da ciência gerou o Organon, conjunto de livros sobre a lógica: Categorias, Sobre a Interpretação, Analíticos Primeiros, Analíticos Segundos, Tópicos, Refutações Sofísticas.
Nessas obras sobre lógica, a dialética formulada por Platão se reduz à condição de exercício mental que, por não lidar com as próprias coisas, não podem atingir a verdade.
Essa concepção da dialética como “ginástica do espírito”, útil como fase preparatória, mas incapaz de chegar à certeza, justificativa a concepção aristotélica da história de da dialética – é útil e indispensável na medida em que conduz a própria superação, quando o provável se transforma em certeza, alcançada apenas pelo pensamento aristotélico.
No que diz respeito ao âmbito da lógica, Aristóteles estabeleceu uma diferenciação entre:
·               Lógica formal ou menor – entendida como a parte da lógica que estabelece a forma correta das operações intelectuais, ou seja, que garante a correção do raciocínio de tal forma que os princípios que descobre e as regras que formula se aplicam a todos os objetos do pensamento, quaisquer que sejam. Como as operações de espírito são em número de três – apreensão, juízo e raciocínio – a lógica formal compreende normalmente três partes, que tratam da apreensão e da ideia (do juízo e da proposição), di raciocínio e da argumentação.
·               Lógica material ou maior – também chamada modernamente de metodologia, corresponde à parte da lógica que determina as leis particulares e as regras especiais que decorrem da natureza dos objetos a conhecer. Ela define os métodos das matemáticas, da física, da química, das ciências naturais, das ciências morais etc., que são outras tantas lógicas especiais.
A lógica formal representa, portanto, o conjunto de regras de pensamentosindependentes do conteúdo dos pensamentos. O estabelecimento dessas normas nasceu num meio de retóricos e de sutis argumentadores, sendo necessário então partir de uma análise da linguagem corrente, para identificar seus diferentes usos e, ao mesmo tempo, enumerar os diversos sentidos atribuídos às palavras empregadas nas discussões. Eis porque as Categorias abrem Organon com pesquisas sobre as palavras, buscando evitar equívocos que resultam do uso de homônimos e sinônimos. Inicia o Organon com uma análise da linguagem, primeiro sobre as palavras (Categorias), depois as proposições (Sobre a Interpretação). Essa obra classifica as proposições segundo a quantidade e a qualidade em universais afirmativas (Todo homem, todo animal, toda flor etc.) universais negativas (nenhum homem, nenhum peixe), particulares afirmativas (Alguns homens são...) e particulares negativas (alguns homens não são...). Além disso, identifica cinco tipos de atributos possíveis nas proposições: gênero, espécie, diferença, próprio e acidente. Em seguida, elabora as regras do silogismo, procedimentos pelo qual as proposições são encadeadas rumo a uma conclusão necessária, como neste exemplo:
Todo homem é mortal
João é homem
Logo João é mortal
Conforme essas premissas, chega-se a uma conclusão evidente e irrefutável, mas para tanto é necessário seguir certas regras como as seguintes:
·               De duas proposições particulares, nada se segue
·               De duas proposições negativas, nada se segue
·               A conclusão que se segue de duas premissas afirmativas é uma afirmativa
Todo mecanismo do silogismo repousa no termo médio, justamente o que aparece em ambas as premissas e que permite sua junção. No exemplo citado, o termo médio é “homem”, pois é o que permite ligar “Todo homem é mortal” com “João é homem”. Observa-se que o termo médio jamais aparece na conclusão.
O silogismo também funciona com proposições falsas, como as premissas “Todo peixe voa” e “Bacalhau é peixe”, concluindo-se, portanto, que “Bacalhau voa”. Esse exemplo não fere nenhuma das regras da lógica, mas por outro lado, não condiz com a realidade. Aristóteles afirma então que a ciência não precisa apenas de coerência interna, entretanto deve ser o encadeamento lógico de verdades. Assim, para equivaler a uma demonstração científica, o silogismo deve ser formalmente rigoroso mediante premissas verdadeiras.
O conhecimento demonstrativo (silogismo) pressupõe conhecimentos indemonstráveis:
·               Axiomas – conhecimentos indemonstráveis que se impõem a qualquer sujeito pensante e se aplicam a qualquer objeto do conhecimento, como princípio da não contradição.
·               Definições nominais – explicitam o significado de determinado termo, como triângulo, sendo usados como teses, pontos de partida para uma demonstração
Os axiomas seriam comuns a todas as ciências; as definições nominais diriam respeito a setores particulares da investigação científica.
Como à ciência não basta ser internamente coerente, devendo ser uma ciência sobre a realidade, precisa ainda de hipóteses, pelas quais afirma a existência de certos objetos. A definição nominal diz apenas o que uma coisa é, mas não afirma que ela é, ou seja, que realmente existe. Afirmar a existência seria, assim, mais do que apresentar uma tese, explorar o significado de uma palavra; seria assumir uma hipótese. Por meio de hipóteses, cada ciência afirma a existência de certos objetos, o que não pode ser feito por demonstrações. A lógica, para não ficar restrita ao domínio das palavras, remete a especulações metafísicas.
O silogismo permite atingir e superar a hipótese, pois define a constituição essencial e necessária dos seres ao apontar o elo entre o gênero (animal) à diferença (racional), obtendo-se a espécie (homem). Justamente por apresentar um elo essencial e necessário entre gênero e diferença não pode haver definição essencial de “homem branco”, pois “branco” é acidente, atributo não essencial de “homem”. O indivíduo “Sócrates” por ser descrito minuciosamente, porém jamais definido. O indivíduo não é objeto de ciência –Aristóteles concorda com Platão. O silogismo constitui um tipo de prova racional e inaugura a longa corrente da lógica formal que evolui até hoje.
Aristóteles também foi o ponto de partida de comprovação racional de outro tipo, o argumentativo ou persuasivo, seguido por Perelman no século XX. Essa tradição voltou-se para a linguagem corrente, informal, buscando descobrir os requisitos da persuasão para maior força persuasiva de determinado argumento. O que se pretende não é obter uma conclusão necessária e universal como no silogismo, mas obter ou fortalecer a adesão de alguém a uma tese que lhe é proposta, permanecendo assim no âmbito do discurso não formalizado do intersubjetivo, do dialógico e do circunstancial.
Aplicando o silogismo (construção de definições científicas pelo relacionamento entre gêneros dos seres e suas diferenças específicas), O Liceu fez uma classificação acurada das espécies em gêneros e subdivisões. Rejeitando a teoria platônica das ideias, verificou a estrutura básica dos seres – a única realidade é a dos seres singulares e concretos. A partir disso, o conhecimento empírico, a ciência deveria estabelecer definições essenciais e atingir o universal.
O conhecimento da experiência é aplicável a casos. Já o conhecimento da ciência se dá por princípios. A sensação e a percepção nos advêm dos sentidos. Depois, memória e imaginação formam uma imagem, então desmaterializada por uma inteligência patiens, ao mesmo tempo universalizada, formando o conceito por um intelecto agens.
Assim, Aristóteles concordou com Platão ao considerar que só pode haver ciência do universal, cujo conhecimento implica consciência das razões que tornam necessária determinada afirmativa, necessidade essa que se evidencia quando se aplica a asserção, incluindo sua causa. O filósofo investiga nos analíticos exatamente encadeamento rigoroso de proposições, de modo a exprimir um raciocínio que pretenda concluir por uma afirmativa necessária. Ao contrário de Platão, que adotou o método da divisão (pode-se obter a definição de uma espécie por sucessivas divisões do gênero em que ela estiver contida), Aristóteles considera insuficiente esse procedimento, pois as dicotomias colocam opções sem determinar necessariamente o rumo a tomar. Com o silogismo surge um encadeamento necessário de afirmativas.
Enquanto Platão, movido pela índole matemática de seu sistema, considerava os objetos cópias imperfeitas de arquétipos que subsistiriam independentemente de seus reflexos passageiros, Aristóteles rejeitou a transcendência dos arquétipos, considerando-os uma duplicação desnecessária da realidade sensível. Para ele, a única realidade era constituída por seres singulares, concretos, mutáveis. Dessa realidade, isto é, do conhecimento empírico, é que a ciência deve tentar estabelecer definições essenciais e atingir o universal, seu objeto próprio. Toda a teoria aristotélica do conhecimento constitui uma explicação de como partir de dados sensíveis que mostram sempre o individual e concreto para chegar a formulações científicas necessárias e universais.
Essa passagem se faz por indução, que fornece o conceito. Ao contrário de Platão, Aristóteles não considerava o universal (pássaro, por exemplo) como algo subsistente e, portanto, substancial. Se o universal existe apenas na mente, sob a forma de conceito, ele não é criação subjetiva, mas está fundamentado na estrutura mesma dos objetos que o sujeito conhece pela sensação. Os conceitos não reproduziriam as ideias transcendentais, mas a estrutura inerente aos próprios objetos.

Exercícios.

1-        Explique o significado dos três princípios básicos da lógica formal.
·               Princípio da identidade
·               Princípio da não contradição
·               Princípio do terceiro excluído
2-        Diferencie lógica formal de lógica material, segundo a concepção aristotélica.
3-        Indique a obra de Aristóteles dedicada à lógica, bem como seus primeiros livros e os assuntos estudados neles.
4-        Classifique os juízos indicados segundo sua quantidade e qualidade.
a)               Toda casa é de madeira.
b)               Alguns cachorros não são bravos.
c)                Nenhuma guerra é justa.
d)               Alguns ladrões são bons.
5-        Identifique as três regras básicas para se formular um silogismo.
6-        Construa um silogismo apontando um termo médio.
7-        Estabeleça a distinção lógica entre validade e verdade fornecendo exemplos.
8-        Ao se referir aos silogismos, Aristóteles afirmou que se tratava de um tipo de conhecimento demonstrável, mas cuja execução exigia conhecimento indemonstráveis, que seriam os axiomas e as definições nominais. Explique o que são axiomas e definições nominais, fornecendo exemplos.
9-        Explique o significado do termo hipótese na lógica aristotélica.
10-     Expliqueque é a lógica persuasiva ou argumentativa.