domingo, 19 de fevereiro de 2012

História do Carnaval e uma reflexão sobre a realidade atual.



História do Carnaval 


 A comemoração grega que gerou a grande festa.

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola



4 comentários:

  1. Porem, o carnaval esta perdendo a sua identidade, o que era para ser no Brasil uma festa da cultura popular esta se tornando um feriado voltado para relacionamentos rápidos, para as bebidas alcoólicas, entre outros.
    Como disse um humorista uma vez, "queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes; menor índice de HIV positivo; melhorar a imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos a nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir o cunsumo de drogas nesse período, entre outros.
    Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a renda familiar, os empregos, e ate mesmo presidente que roubou nossa poupança. Nimguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval certamente me matariam.
    Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do carnaval do que viver no carnaval desse país."
    Em fim, só tenho a dizer que concordo plenamente, com o carnaval sem sua verdadeira identidade seria melhor acabar com o carnaval de uma vez, mesmo com o povo descordando, pois se o carnaval continuar perdendo a sua identidade assim, de que adiantaria ter carnaval?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Gabriel, ótima reflexão com relação ao texto do carvanl e sobre esse tema que é bastante complexo e polémico em nossa sociedade e realmente o povo materia o presidente que tomasse tal decisão, pois o Brasil está acostumado com a festa e com a farra e temos enraizado em nossa cultura o amor pelo que é "errado" e pela festa descontrolada.

      Parabéns pela postagem.

      Agora fica uma pergunta: Você lembrou de comentar o texto sobre o preconceito da Rosana Jatobá? Pois só irei conferir nomes no momento da correção e atribuição das notas!

      Excluir
  2. tinha que comentar o outro texto tambem??

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Gabriel, era somente no outro texto. Esse aqui foi colocado somente para conhecimento.

      Abraço e boa produção.

      Excluir