terça-feira, 17 de abril de 2012

A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico.


Alunos dos primeiros anos regulares e integrados segue abaixo o texto para a recuperação do trabalho sobre religiões. Todos devem ler mas somente serão avaliados os comentários dos alunos que tiraram nota abaixo da média. A recuperação é individual e somente serão aceitos comentários postados até 05/05/2012, fiquem atentos a data pois após o vencimento não serão aceitos comentários. 

A parábola do taxista e a intolerância. Reflexão a partir de uma conversa no trânsito de São Paulo. A expansão da fé evangélica está mudando “o homem cordial”?

Por: ELIANE BRUM

 
O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”. Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada...”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.

- Você é evangélico? – ela perguntou.
- Sou! – ele respondeu, animado.
- De que igreja?
- Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.
- Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?
- Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.
- Legal.
- De que religião você é?
- Eu não tenho religião. Sou ateia.
- Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.
- Não, eu não sou religiosa. Sou ateia.
- Deus me livre!
- Engraçado isso. Eu respeito a sua escolha, mas você não respeita a minha.
- (riso nervoso).
- Eu sou uma pessoa decente, honesta, trato as pessoas com respeito, trabalho duro e tento fazer a minha parte para o mundo ser um lugar melhor. Por que eu seria pior por não ter uma fé?
- Por que as boas ações não salvam.
- Não?
- Só Jesus salva. Se você não aceitar Jesus, não será salva.
- Mas eu não quero ser salva.
- Deus me livre!
- Eu não acredito em salvação. Acredito em viver cada dia da melhor forma possível.
- Acho que você é espírita.
- Não, já disse a você. Sou ateia.
- É que Jesus não te pegou ainda. Mas ele vai pegar.
- Olha, sinceramente, acho difícil que Jesus vá me pegar. Mas sabe o que eu acho curioso? Que eu não queira tirar a sua fé, mas você queira tirar a minha não fé. Eu não acho que você seja pior do que eu por ser evangélico, mas você parece achar que é melhor do que eu porque é evangélico. Não era Jesus que pregava a tolerância?
- É, talvez seja melhor a gente mudar de assunto...

O taxista estava confuso. A passageira era ateia, mas parecia do bem. Era tranquila, doce e divertida. Mas ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma espécie de Satanás. Como resolver esse impasse? (Talvez ele tenha lembrado, naquele momento, que o pastor avisara que o diabo assumia formas muito sedutoras para roubar a alma dos crentes. Mas, como não dá para ler pensamentos, só é possível afirmar que o taxista parecia viver um embate interno: ele não conseguia se convencer de que a mulher que agora falava sobre o cartão do banco que tinha perdido era a personificação do mal.)
Chegaram ao destino depois de mais algumas conversas corriqueiras. Ao se despedir, ela agradeceu a corrida e desejou a ele um bom fim de semana e uma boa noite. Ele retribuiu. E então, não conseguiu conter-se:
- Veja se aparece lá na igreja! – gritou, quando ela abria a porta.
- Veja se vira ateu! – ela retribuiu, bem humorada, antes de fechá-la.
 

Ainda deu tempo de ouvir uma risada nervosa.  

A parábola do taxista me faz pensar em como a vida dos ateus poderá ser dura num Brasil cada vez mais evangélico – ou cada vez mais neopentecostal, já que é esta a característica das igrejas evangélicas que mais crescem. O catolicismo – no mundo contemporâneo, bem sublinhado – mantém uma relação de tolerância com o ateísmo. Por várias razões. Entre elas, a de que é possível ser católico – e não praticante. O fato de você não frequentar a igreja nem pagar o dízimo não chama maior atenção no Brasil católico nem condena ninguém ao inferno. Outra razão importante é que o catolicismo está disseminado na cultura, entrelaçado a uma forma de ver o mundo que influencia inclusive os ateus. Ser ateu num país de maioria católica nunca ameaçou a convivência entre os vizinhos. Ou entre taxistas e passageiros.

Já com os evangélicos neopentecostais, caso das inúmeras igrejas que se multiplicam com nomes cada vez mais imaginativos pelas esquinas das grandes e das pequenas cidades, pelos sertões e pela floresta amazônica, o caso é diferente. E não faço aqui nenhum juízo de valor sobre a fé católica ou a dos neopentecostais. Cada um tem o direito de professar a fé que quiser – assim como a sua não fé. Meu interesse é tentar compreender como essa porção cada vez mais numerosa do país está mudando o modo de ver o mundo e o modo de se relacionar com a cultura. Está mudando a forma de ser brasileiro.

Por que os ateus são uma ameaça às novas denominações evangélicas? Porque as neopentecostais – e não falo aqui nenhuma novidade – são constituídas no modo capitalista. Regidas, portanto, pelas leis de mercado. Por isso, nessas novas igrejas, não há como ser um evangélico não praticante. É possível, como o taxista exemplifica muito bem, pular de uma para outra, como um consumidor diante de vitrines que tentam seduzi-lo a entrar na loja pelo brilho de suas ofertas. Essa dificuldade de “fidelizar um fiel”, ao gerir a igreja como um modelo de negócio, obriga as neopentecostais a uma disputa de mercado cada vez mais agressiva e também a buscar fatias ainda inexploradas. É preciso que os fiéis estejam dentro das igrejas – e elas estão sempre de portas abertas – para consumir um dos muitos produtos milagrosos ou para serem consumidos por doações em dinheiro ou em espécie. O templo é um shopping da fé, com as vantagens e as desvantagens que isso implica.

É também por essa razão que a Igreja Católica, que em períodos de sua longa história atraiu fiéis com ossos de santos e passes para o céu, vive hoje o dilema de ser ameaçada pela vulgaridade das relações capitalistas numa fé de mercado. Dilema que procura resolver de uma maneira bastante inteligente, ao manter a salvo a tradição que tem lhe garantido poder e influência há dois mil anos, mas ao mesmo tempo estimular sua versão de mercado, encarnada pelos carismáticos. Como uma espécie de vanguarda, que contém o avanço das tropas “inimigas” lá na frente sem comprometer a integridade do exército que se mantém mais atrás, padres pop star como Marcelo Rossi e movimentos como a Canção Nova têm sido estratégicos para reduzir a sangria de fiéis para as neopentecostais. Não fosse esse tipo de abordagem mais agressiva e possivelmente já existiria uma porção ainda maior de evangélicos no país.

Tudo indica que a parábola do taxista se tornará cada vez mais frequente nas ruas do Brasil – em novas e ferozes versões. Afinal, não há nada mais ameaçador para o mercado do que quem está fora do mercado por convicção. E quem está fora do mercado da fé? Os ateus. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – converter um ateu. Para quem não acredita na existência de Deus, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.

Tenho muitos amigos ateus. E eles me contam que têm evitado se apresentar dessa maneira porque a reação é cada vez mais hostil. Por enquanto, a reação é como a do taxista: “Deus me livre!”. Mas percebem que o cerco se aperta e, a qualquer momento, temem que alguém possa empunhar um punhado de dentes de alho diante deles ou iniciar um exorcismo ali mesmo, no sinal fechado ou na padaria da esquina. Acuados, têm preferido declarar-se “agnósticos”. Com sorte, parte dos crentes pode ficar em dúvida e pensar que é alguma igreja nova.

Já conhecia a “Bola de Neve” (ou “Bola de Neve Church, para os íntimos”, como diz o seu site), mas nunca tinha ouvido falar da “Novidade de Vida”. Busquei o site da igreja na internet. Na página de abertura, me deparei com uma preleção intitulada: “O perigo da tolerância”. O texto fala sobre as famílias, afirma que Deus não é tolerante e incita os fiéis a não tolerar o que não venha de Deus. Tolerar “coisas erradas” é o mesmo que “criar demônios de estimação”. Entre as muitas frases exemplares, uma se destaca: “Hoje em dia, o mal da sociedade tem sido a Tolerância (em negrito e em maiúscula)”. Deus me livre!, um ateu talvez tenha vontade de dizer. Mas nem esse conforto lhe resta.

Ainda que o crescimento evangélico no Brasil venha sendo investigado tanto pela academia como pelo jornalismo, é pouco para a profundidade das mudanças que tem trazido à vida cotidiana do país. As transformações no modo de ser brasileiro talvez sejam maiores do que possa parecer à primeira vista. Talvez estejam alterando o “homem cordial” – não no sentido estrito conferido por Sérgio Buarque de Holanda, mas no sentido atribuído pelo senso comum.

Me arriscaria a dizer que a liberdade de credo – e, portanto, também de não credo – determinada pela Constituição está sendo solapada na prática do dia a dia. Não deixa de ser curioso que, no século XXI, ser ateu volte a ter um conteúdo revolucionário. Mas, depois que Sarah Sheeva, uma das filhas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados, na “Igreja Celular Internacional”, nada mais me surpreende.

Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele. 

31 comentários:

  1. Esse texto mostrou que nem todos acreditam em Deus em salvação, muitos desses ateus criticam as religiões e os crentes. E alguns desses crentes forca os ateus e as ateias a irem nas igrejas contra a vontade. Eu acho que todos deveriam ser respeitados tanto os crentes como os ateus e as ateias.
    Gustavo Monteiro Santos 1°M03 Joao bley

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  2. Jaqueline B.Ragazzi 1°M03"João bley"
    A parábola fala que tanto o taxita ou a jornalista são pessoas normais como todas as outras,mais com uma diferença!Eli é religioso e Ela é ateia.Eles são livres para pensar ou para ter razão em suas escolhas e pensamentos.
    "Ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma especie de satanás."para Eli, Ela tinha que ter uma religião, não importava se era igual a deli ou não mais tinha que acreditar em Deus,ao contrario pra Eli, ela era espirita.
    Eu acho que Eli esta sendo um pouco preconceituoso,pois como ela diz"-engraçado isso.Eu respeito sua escolha,mas você não respeita a minha..."
    Pra mim,cada um escolhe,pensa e agi do jeito que quer.
    cada pessoa tem suas escolhas, religião... Enfim não podemos criticar as escolhas dos outros.
    Cada um acredita no que quiser..pois cada pessoa tem liberdade para pensar e criticar suas escolhas.
    O mundo de hoje ninguém respeita ninguém, não aceitam o que o outro escolhe pra si mesmo,sempre tem um que tem que fase critica do outro..acho isso errado !

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  3. Hoje em dia, o numero de ateus tem aumentado de forma muito rápida, tem muitos ateus vivendo na nossa sociedade, mais não acho que isso seria uma ‘ameaça’ para minha fé. Algumas pessoas (aquelas muuuito religiosas) odeiam ateus e não os respeitam, porem, quando um ateu não respeita o direito dela ser evangélica ela não gosta, talvez o problema esta ai. Se um ateu te respeita por você ser evangélico, não deveria respeita-lo por ser ateu? A igreja tem mostrado o ateu como um anticristo, uma abominação, mais eu acho que se eu tenho uma fé em um Deus, não ira ser qualquer pessoa que vai me derrubar. Mudando um pouco o assunto, ateus não são formas de satanás que vieram ate a terra para derrubar as pessoas de fé, vamos citar um exemplo: conhecem Steve Jobs? ou Bill Gates? Sim, eles eram ateus, mais os feitos que eles fizeram aqui na terra foram de grande importância, ele ajudou muitas pessoas carentes sem falar nos feitos tecnológicos que ele fez, ou seja, ateus são rotulados como pessoas de mal, que não fazem nada de bom para a sociedade, mais não é assim, muitos ateus são pessoas de bem, são pessoas que ajudam uma as outras assim como a jornalista da parabola.
    Ou seja, o que custa você respeitar um ateu? Não digo somente ateu mais sim qualquer tipo de religião ou raça como budistas, candomblé, ateus, negros e etc’s. então vamos parar de achar que só a nossa opinião é a certa, que só a nossa crença é a certa e vamos começar a respeitar as pessoas, então se você é ateu respeite um evangélico e se é evangélico respeite um ateu, afinal Deus não disse amai-vos uns aos outros como eu vos amei, porque ficar fazendo panelinha de ateu? Deve ser isso que esta faltando na sociedade de hoje em dia: RESPEITO. Precisamos de mais respeito, pois se continuarmos com esse preconceito sobre qualquer coisa não vamos a lugar nenhum.

    Vinicius Santos - 1°M03"João bley"

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  4. Nessa parábola da para ver como no mundo de hoje ter uma religião definida faz com que as pessoas nos critiquem e na maioria das vesses pensem mal de nos, Isso mostra que devemos cada vez, mas procurar entender cada religião para conhecermos as pessoas que possuem religião diferente da nossa. Antes de julgar temos que fazer igual à filosofia pergunta questionar o que é a religião de cada individuo? Como é? Por que é? .

    Gabriela barbosa de oliveira 1°M01 João Bley

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  5. Cintia M. Langa 1ºM0225 de abril de 2012 11:43

    Em um país que tem cada vez mais descriminação é normal depararmos com esse tipo de conversa e pessoas que não aceitam as escolhas de outras, como o taxista que não concorda com o fato da mulher ser ateia, o que é uma vergonha, pois mesmo que ele não concorde com isso cada um é livre pra ser o que quiser e devemos respeitar isso.
    particularmente não sei como é possível uma pessoa não acreditar em Deus com tantos sinais, e como uma pessoa consegue viver sem ele, se com ele já é difícil imagine sem.
    Outra coisa que não me conformo são as pessoas trocarem de igreja como se fosse apenas uma loja que você não gosta mais e vai comprar em outra, muitas vezes trocar de religião, sair da católica, por exemplo, e ir pra outras com costumes diferentes, crenças diferentes.
    Mas devemos respeitar as decisões das pessoas pois cada uma tem livre escolha pra fazer o que bem entender. E sobre religião nao devemos discutir e sim acreditar e seguir.

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  6. Giovana Guareschi 1ºM0225 de abril de 2012 12:22

    O homem evangélico não aceitava a ideia de que a mulher era ateia e não acreditava em salvação, e ela respeitava o fato de ele ser evangélico. Isso mostra como o mundo esta hoje, ninguém respeita as escolhas dos outros e muitas vezes geram discussões.E os ateus e ateias muitas vezes são obrigados a irem na igreja contra suas vontades.

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  7. Claudio Machado Mesquita Junior 1ºM0125 de abril de 2012 15:16

    O texto mostrou o caso que acontece com o taxista que era evangelico e a jornalista que era ateia, o taxista parecia que não gostava de pessoas que eram ateus. Na minha opinião as pessoas escolhem a religião que quiser, as pessoas não são obrigados a ter uma religião que não gosta, o que mais me irrita e que em alguns países ocorre até guerra por causa de religião. As pessoas devem respeita as outras em qualquer diferença.

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  8. Alana de Andrade Riberio 1° M01
    Dá para perseber como as pessoas não tem respeito com a religião das outras pessoas ,deu para perseber que na parabula o taxista não adimitia a religião da jornalista ,só por que ela não tinha uma religião especifica, e que não acreditava em salvação ,mas eu não entendi o por uqe dele tentar mudala sendo que ela não comenteol nada sobre a religão dele e ele já começou a dizer "Deus me livre" eu me senti muito revoltada ao ler ,por que sabe ela foi muito educada em questão a religião dele ,e por que ele não poderia fazer o mesmo em quastão a ela?.A parabula é muito interesante por que abre uma discurção em um assunto no qual ninguem gosta de entrar , isso que foi interesante .A pessoas que ainda tentam força algumas pessoas a ire em uma religião que não as agrada,mas mesmo que aja pessoas assim ainda ha aquelas que são igual a jornalista .

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  9. Gabriela Vinco 1º M0125 de abril de 2012 17:16

    Esse texto serve para dar uma boa lição no mundo, eu achei ele muito interessante, mas gostei mais da atitude da jornalista, que mesmo sofrendo com o preconceito bateu de frente, mas entendo o taxista pois essa é a forma dele ver a situaçao. Hoje em dia ha muito preconceito, e muitos debates sobre religiao. Nao so com ateus e evangelico, mas entre catolicos, protestantes, ateus, enfim... Eu acho isso uma bobeira o que importa é o respeito,o limite de cada um, do mesmo jeito que nao se deve ter distinção de raças nao se deve ter de religioes. E como disse no texto a ideia de cada um é influenciada pelo ensinamento da familia. Esse texto deveria ser divulgado e refletido por todos, pois cada um deve respeitar as escolhas dos outros e respeitar a sua fé, mesmo que ela nao exista.

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  10. Daniele Meneguete,1M03
    A mulher por ser ateia não se importou dele ser de outra religião.Mais ele por ser evangélico,talvez nunca tenha ouvido falar, por ela não ter religião.
    Talvez o Brasil não se importa por as pessoas não ter religião.Muitas pessoas na sociedade possa ter religião mais não a frequentam,não dar o dizimo, não retribuem por cada dia da vida.
    Será que as pessoas se respeitam por cada pessoa ter sua religião?

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  11. Na minha opinião cada um tem seu modo de agir e pensar , ao fato de cada uma ter sua religião vem de cada um , os ateus não são de fato uma ameaça para a sociedade , eles tem apenas o jeito de viver e crer. Em pleno Século 21 ainda se percebe que em certas ocasiões as pessoas não respeitam as outras por suas escolhas, e demonstram preconceito explicito,isto é apenas a falta de capacidade de certos indivíduos em compreender as escolhas de cada um. Acho bom destacar que não é apenas com os evangélicos que isso acontece , pois é comum com católicos, protestantes , espírita , etc ... Ou seja qualquer tipo de outra Religião , acho que Deus deu as pessoas o livre arbítrio , e que segundo ele diz , cada um é livre pra fazer e seguir suas escolhas , então penso que cada um merece o mínimo de respeito com as pessoas , e entender que cada indivíduo tem seu modo de vida .

    Gustavo Fernandes " 1° M03 João Bley "

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  12. NOME:Luana Biló Brunelli
    SÉRIE:1°M01

    A parábola fala de um homem religioso e uma mulher que não tem nenhuma religião, onde o homem não aceita que a mulher seja ateia, criticando a escolha que ela fez para vida dela. Na minha opinião cada um tem a livre escolha de escolher a religião que quer seguir, e nós devemos respeitar essa escolha, e não sermos igual ao homem da parábola, que quis com que a mulher mudasse de religião, porque se ela continua-se sendo ateia, ela não teria a salvação de Deus. Em um momento do dialogo a jornalista faz uma analise sobre a religião do taxista, e ele logo pede que ela mude de assunto, e na hora de criticar o taxista critica. Muitas vezes somos assim, criticamos a religião do outro e não aceitamos que critiquem a nossa. A religião muitas das vezes interfere no modo de pensar e agir de muitas pessoas. Bom, será que em pleno século XXI ainda existe o preconceito contra religião. Até quando teremos esse preconceito?

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  13. Karolyne Piovezan 1ºM0230 de abril de 2012 12:41

    a parabola falo sobre um homem que é muito religioso e uma mulher que nem religiao tem.hoje em dia vivemos com um aumento muito grande de ateus na nossa sociedade, e a igreja esta cada vez mais nos jogando contra eles, pois ela tem visto eles como uns anticristo. mais veja só , se eu tenho uma fé forte e tals, eu nao vo deixar que qualquer coisinha me abale não. e nós temos que ter respeito e nao ter preconceito com essas pessoas, nós temos que compreender a escolhas de cada um .

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  14. Laila Faccin 1ºM0230 de abril de 2012 13:47

    na minha opiniao, cada um age e pensa de uma forma, e a religiao vem da pessoa, nós nao temos que interferir, temos que deixar o preconceito de lado e compreender as escolhas de cada pessoa.hoje vivemos em uma sociedade que cada vez mais tem ateus, e se nós somos mesmo pessoas de fé, nao é qualquer coisa que vai abalar e fazer essa pessoa deixar de crer ! essa é a minha opiniao .

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  15. No texto, fica evidenciado que vivemos em um mundo de diferentes religiões e cresças. Cada pessoa, tem o direito de acreditar e seguir a religião que desejar,mesmo que as vezes essas escolhas possam trazer discórdia de certa parte da sociedade.
    Em várias possibilidades, é de costume as pessoas mudarem de religião, para entender como funciona as demais, ou as vezes mudam simplesmente por não acreditarem na forma de pregação daquela religião.
    Mais como vimos, existem pessoas que são ateus, ou seja, não acreditam na existência de Deus, e também em nenhuma forma de crença. Por essas pessoas serem dessa forma, muitas vezes são discriminadas e passam por dificuldades sociais, nas quais fazem com que elas sejam de certa forma excluídas da sociedade.
    Mas a questão e que devemos aceitar em nossa sociedade todo o tipo de pessoa,religiosa ou não,pois cada ser humano é feito de uma forma, e cada um foi feto para acreditar e seguir o caminho que for de melhor entedimento para sua vida.

    Elielton Pagio Desteffani-"1ºM04 João Bley"

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  16. No meu conceito, cada um tem a sua forma e pensar e de agir! Não devemos criticar ninguém pelas suas escolhas religiosas, ou até mesmo não devemos criticar a quem não tem elas. Hoje em dia, é muito comum se encontrar um ateu. Cada um tem a sua religião e sege a crença que quiser. Devemos deixar o preconceito de lado e seguir em frente com o que nós mesmo achamos que é melhor! As pessoas devem respeita as outras em qualquer diferença.


    Mariana Stofeles Gaia 1° / 04

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  17. Na parábola a moça questiona porque ela respeita a escolha dele, mas ele não respeita a escolha dela, ela não queria tirar á fé dele mais ele queira tirar a não fé da moça. Essa parábola mostra opiniões e crenças diferentes que acima de tudo devem ser respeitadas, as pessoas tem livre arbítrio para escolher o que acham melhor pra elas. Percebe-se que há uma grande dificuldade em aceitar pessoas que se declare em não acreditar na existência de Deus, mas é necessário respeito entre todos, mesmo que cada um tenha uma crença ou não crença. A pessoa por ser ateia não significa que ela é ruim ou que queira o mal das outras, elas apenas não acredita em Deus, os evangélicos, católicos, espíritas, e pessoas que tem outras religiões não possuem o direito de praticar nenhum tipo de descriminação, mas possuem a liberdade de se expressarem desde que não desrespeite o seu próximo. O respeito deve ser mutuo entre as pessoas, os ateus não devem ferir os princípios dos religiosos assim como os religiosos devem respeitar os ateus, sendo assim é possível viver em sociedade mesmo com as diferenças existentes.

    Hemily G. Casagrande - 1°M03"João bley"

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  18. Amo minha religião e sou feliz por ser católica, tenho compaixão dessas pessoas que são ateus, deve ser chato não ter um Deus que cuide de cada pessoa, mais eles têm esse direito e é por isso eu respeito e os trato normalmente.
    Nós da igreja católica, pregamos que Jesus é a salvação do mundo, porem também aceitamos a não fé dos Ateus .
    Para mim, essa não fé pode ser eterno ou temporária. E em todos os dois tipos, acho que a palavra-chave é experimentar.
    Não baste saber. O segredo é experimentar. Falo isso agora de modo geral, porque a muitos católicos na lgreja que são católicos por fora e Ateus Por dentro.
    Há muitas pessoas que não fazem essa experiência, porque acreditam que a fé é algo intelectual, incapaz de descer da cabeça para o coração.
    Privam-se, então, de experimentar aquela força de salvação que as teria podido libertar e curar.

    Kátia Úrsula Davel Camporez 1 m03

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  19. Bárbara 1° m02
    A parabola fala sobre um homem religioso e uma mulher atéia, em que o homem critica a mulher por ser atéia, na parabola ele a critica sem a conhecer somente por ser atéia, sendo que ela respeita sua escolha e não questionava a sua religião . Acho que devemos respeitar as escolhas das pessoas e não as julgarem por suas escolhas e sim pelo seu carater ,porque hoje em dia vivemos em uma sociedade de diferentes religiões isso pode trazer um pouco de discordia entre as pessoas ,então o melhor a fazer é deixar o preconceito de lado e aceitar as escolhas de cada um.

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  20. Na parábola há uma discriminação por meio do taxista. No diálogo entre a moça e o taxista, a conversa é sobre religião. O taxista ao dizer que ele é religioso e acredita em Deus, a moça, educada, respeita a religião, a cultura dele. Já quando ela diz que é ateia, ele tem um preconceito, e “julga” ela por não acreditar em Deus, não acreditar na salvação. Na minha opinião, isso não está certo por parte dele, pois cada um tem sua religião, e segue ela, e cada pessoa tem que respeitar as religiões. Hoje, em nossa sociedade, as diversas religiões estão crescendo, e com isso as pessoas vão criticando algumas por certas coisas, certos motivos. Cada um tem sua fé, independentemente de sua religião. Então, cada um devia fazer sua parte, se é respeitado, também saber respeitar o próximo. Se todos pensassem assim, o mundo de hoje não estaria tão preconceituoso como está em relação a isto.

    Raniele Fioresi 1ºM 03

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  21. EMERSON FIOROT CARETA 1°04T
    Na minha opinião,religiosidade é uma escolha de cada um.Tanto a igreja católica como a evangélica citadas no texto fazem promoções para manter seus frequentadores,como:padres cantores, bandas de música evangélica, dentre outras).Tudo isso é market para impor suas normas. Enquanto aos ateus digo q por um lado estão certos em não ter nenhum dessas crenças pois tem muitas pessoas que frequentam todas as missas e cultos e só fazem o mal às pessoas,enquanto os chamados ateus como a mulher citada no texto buscam fazer o bem.
    A religião emprega a crença costumeira,como estudamos na sala de aula, eles querem que os fiéis simplesmente aceitem as normas q eles impunham,sem fazer neenhum questionário simplesmente que aceitem,isso que eu acho que deveria ser mudado, pois todos temos o direito de optar pelo que achamos melhor.

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  22. Hoje em dia todas as pessoa,podiam respeitar mais as outras pois cada um tem o direito de fazer com a sua vida, do jeito que achar melhor, pois ninguém é igual a ninguém.E acho que as pessoas não devem influenciar,para a escolha da religião pois cada um escolhe, aquela que se encaixa melhor.
    Lucas Raimundo
    1º M03

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  23. Na minha opnião, cada pessoa tem o direito livre de escolher sua religião e acreditar no que quiser,podendo ser catolica,evangélica ou qualquer outra religião que bem entender.A mulher comentada no texto ela era da religião dos ateus mas mesmo sem ter costumes e nen acreditar no que os religiosos acreditam ela penssava que tinha que viver cada dia bem, o melhor possivel.
    Hoje em dia você ver tantas pessoas que acabam de sair das igrejas e ja penssando em faser o mal,ou vao a igreja por obrigaçao dos pais.
    Por isso na minha opnião,cada pessoa tem o direito de escolher oque se acha melhor para sua vida,independente de sua religião e sempre preucurando faser o seu melhor .

    Gustavo Louzada Zanetti 1º Logistica

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  24. CAROLINE OLIVEIRA CARDOSO 1° M01

    Nessa parábola diz,que o fato do taxista sr evangélico e a jornalista ser ateia, são seres humanos como todos nós. O problema é que se um ateu(jornalista) respeita o fato da pessoa ser evangélico(taxista)no caso, os dois deveriam respeitar a religião de cada um .Algumas pessoas odeiam o fato da pessoa ser ateu, pois para eles, acham que os ateus são uma "ameaça" para nossa sociedade.
    Para mim,pode até ser meio estranho, você ter uma pessoa ao seu lado todos os dias, que você conhece ah muito tempo ou mesmo um(a) amigo(a)que de fato é de religião diferente da sua religião,ele(a)tem lá os seus costumes e crenças e você tem as suas diferentes claro.Conclusão de tudo isso é que devemos sim respeitar, não criticar as religiões dos outro e sim acreditar e seguir. Bom não tenho mais nada a declarar, só isso eu acho que já basta, esse texto que escrevi, foi tudo que entendi eu sei que é pouco, mas não sou muito fã de entender textos como esses, sobre "RELIGIÕES",

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  25. Na minha opnião a cada dia que passa vai aumentando a descriminaçao entre as religioes.No texto tratado conta a historia de um taxista evangélico e a jornalista ateia.
    O taxista tinha descriminaçao porque a jornalista era ateia e nao acreditava nos mesmos costumes que ele,e já ela o respeitava-o.
    Isso é comun acontecer no nosso dia-a-dia as vezes gerando até violencia,mas as pessoas tem o direito de escolher que acham melhor para suas vidas, independente da religiao ou escolha tomada.
    Muitas pessoas seguem sua religiao mas só penssam em faser o mal, já ela mesmo sendo ateia penssava que tinha que viver o melhor possivel a cada dia.

    Paloma Karen 1º Logistica

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  26. O texto retrata que nem todas as pessoas acreditam em Deus. Algumas pessoas acreditam que é so fazer coisas boas na Terra, para serem salvas. No entanto,não é bem assim, devemos aceitar e apoiar a opção de cada cidadão, isso porque cada pessoa tem seu livre direito de escolher o que deseja para a sua vida.
    No texto, após o taxista dizer que é evangélico, a mulher aceita a opção dele. Mas assim que a mulher revela que ela é atéia, ele se assusta e também julga a opçaõ dela.
    Mas na minha opinião, cada pessoa tem o direito de escolher a religião que desejar, tanto na igreja católica, quanto na evangélica. Por esse motivo devemos respeitar a crença ou não crença de cada pessoa, sem julgar uo contrariar as opções.

    Vanildo de Oliveira Ambrosio 1ºM04

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  27. Acho errado da parte do taxista por 'julgar' a moça, por causa da não fé dela... Mas cada um tem o direito de suas escolhas. Acho muito errado quem julga alguém por causa de religiões, cada um tem o direito de escolher, e acho também que religião pode ter lá seus devidos costumes mas creio que geralmente todas religiões acreditam em Deus, e mesmo se não acreditassem, por mais que tenhamos nossos conceitos sobre isso, devemos guardar para nós e respeitar, porque, por mais que por algumas vezes seja melhor dizer oque pensamos, também é bom guardar alguns pensamentos, pois algumas pessoas podem se sentir ofendidas devido á algumas coisas ditas... enfim, eu acho que ninguém deve julgar alguém, por religião ou qualquer outra coisa. Sei que vivemos hoje em dia, em uma sociedade onde existe muitas criticas, principalmente por religiões, mas como já disse cada um tem o direito de fazer suas escolhas, cada um sabe oque faz. E caso, você não aceite algo, repeitar é preciso!

    Kelly Krause, 1ºm03

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  28. Hoje em dia os religioso ainda tem um certo preconceito contra os ateus pois isso ainda nao é normal aqui no nosso país.
    No nosso pais é normal cada um seguir diferentes religioes pois cada pessoa tenta se concretisar dentro dela,mas quando ela nao consugue se achar em nenhuma religiao ela ja comessa a opinar por nao acreditar em Deus,por isso os ateus sofrem com o preconçeito na sociedade.

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  29. Na minha opinião cada um tem que agir do jeito que pensa pois o taxista esta agindo errado desrrespeitando a opinião da jornalista so por ela ser ateia.E o texto fala que nem todas pessoa acredita em deus e isso é a opinião de cada um de nos,eu acho erradissimo ficar descutindo com as pessoas sobre as suas religiões porque a gente pode falar alguma coisa com a pessoa e ela pode se sentir ofendida e não quer dizer ter religioes diferentes as pessoas vao ser diferentes tambem porque cada um acredita e pensa oque quizer.

    Tainan B,Fejoli 1°M04

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  30. Critica: Religião cada um tem a sua, as pessoas não devia tentar motivar os outros a irem a sua igreja a pessoa que tem de pensar qual religião, não ir por que uma pessoa falo com ela se não vai Ser por que ela ‘’gosta ou acredita ‘’da religião ,ela vai pela opinião ala não vai ter uma Fe ,mesmo que não ter Fe eles acredita em alguma coisa
    Analise: gostei muito do texto, ele toca agente a nos fazer varias pergunta sobre religião ,saber de verdade sobre religião ou não ter religião você lendo ele você fazer varias reflexão .O taxista só por que Le tinha uma religião ele se achava superior as pessoas que não tem religião
    Reflexão:eu refletir muito sobre o texto eu ate pensei na sala de aula sobre as crenças costumeiras que e acreditar sem questionar .professor só teve uma que eu não conseguir acha uma resposta adequada “por que nos questionamos a religião ?” eu entem di do texto que e cada eu Escolhe a sua religião. ° - °

    Rodrigo Pancotto da Silva
    1º logistica

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  31. Igor B. Ferreira
    1ºm04

    O texto mostra que o ateu(a) mesmo não acreditando em Deus não critica e nem julga outras religiões ou pessoas.O evangélico tendo o conhecimento em Deus sabendo que é um pecado critica o próximo criticou assim mesmo a opinião da jornalista(ateia).
    ” - Eu não tenho religião. Sou ateia.
    - Deus me livre!...”
    Penso que cada pessoa é livre para escolher a sua religião e viver sua vida como achar melhor, sabendo que cada escolha tem a sua consequência.

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