segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os pobres e a política

Alunos dos Terceiros regulares e integrados segue texto para trabalho extra... Data final para postagem dos comentários 11 de novembro de 2012 (Fiquem atentos pois não haverá prorrogação de datas).

Todos os comentários devem conter nome completo, série e turma.

Os pobres e a política

23/09/2012
 

Os filósofos chamam o estado de cidade. A razão disso é simples: as cidades gregas, onde se iniciou o pensamento político, eram elas próprias estados. Eram cidades-estados. Então, cuidar da cidade era cuidar do estado. Cuidar da cidade era cuidar da polis, o nome dado pelos gregos às cidades. Essa tarefa de administrar a polis de modo a fazer todos viverem bem e serem felizes ficou conhecida como a política.
A cidade antiga tinha escravos e cidadãos livres. A cidade moderna não possui escravos, mas possui algo que também havia nas cidades antigas que trazia preocupação: os pobres.

Durante a Idade Média, ou seja, quando as cidades perderam importância e o mundo rural tinha mais habitantes que o mundo urbano, os pobres não eram preocupação, eram solução. Ao menos assim foi no Ocidente. Jesus havia falado que os ricos teriam dificuldade de entrar no Céu por conta de se apegarem às suas fortunas mais do que às regras dele próprio, e então os ricos resolveram isso com muita facilidade: passaram a dar esmolas. Ou davam diretamente para os pobres ou davam para a Igreja, de modo que esta deveria cuidar deles. Assim, se alguma criança não muito pobre perguntava para o seu pai “por que existem os pobres”, essa pergunta não causava nenhum constrangimento. O que era difícil responder no mundo antigo e o que é ainda hoje não é muito simples de explicar para as crianças, era facilmente respondido na Idade Média: os pobres existem para que os ricos possam fazer boas ações e irem também para o Céu, onde os pobres já tem cadeira cativa.

Com essa resposta os pobres podiam não amargar a vida com a pobreza e os ricos podiam muito bem se imaginar se safando do Inferno. Uma resposta assim não era cabível no mundo antigo clássico como não é boa em nosso mundo moderno. Além disso, tanto no mundo antigo quanto no mundo moderno, por conta de sua vida essencialmente urbana, os pobres não tinham e não tem a ver com a pergunta pela razão de sua existência, mas forçam-nos pensar em perguntas sobre “o que fazer com eles?”. Pobres demais criam na cidade problemas de toda ordem: a mendicância aumenta e os saques se tornam uma ameaça quando o emprego diminui. Mesmo em tempos regulares, qualquer oscilação no nível de emprego se relaciona com aumento e diminuição da violência urbana, do banditismo. Além disso, a pobreza amplia as áreas de cortiços e favelas, favorecendo o comércio de coisas ilegais – nos nossos dias, principalmente a droga. Isso sem contar os problemas de urbanismo: a poluição de rios de modo mais rápido e a necessidade de aumento de impostos gerais para que a cidade mobilize algum aparato público de serviços para os que vivem em lugares onde a iniciativa privada pouco se interessa em oferecer serviços.

No mundo antigo algumas cidades adotaram estranhas políticas em relação aos pobres. Algumas cidades procuraram diversificar o comércio com outros lugares, de modo a dar emprego aos pobres. Ao mesmo tempo, fizeram guerras de conquistas, podendo então justificar a cobrança de impostos dos mais ricos para sustentar grandes exércitos que, por eles mesmos, eram fonte de emprego. Outras cidades tiveram ideias menos pacienciosas. Por exemplo, Siracusa, aquela que Platão visitou três vezes, fez uma política de “exportação” de pobres. Engaiolou-os e os vendeu como mão de obra (semi livre) para colônias gregas carentes de mão de obra.

No mundo moderno os pobres, ao menos no século XX, adquiriram uma importância jamais vista. Nem mesmo na Idade Média eles ficaram tão importantes. É que a democracia liberal se tornou o tipo de governo de boa parte do Ocidente e, nela, sendo os pobres ou os “remediados” uma quantidade não pequena de pessoas, a pobreza passou a ser cortejada pelos políticos. Os políticos se dividiram em esquerda e direita. A esquerda passou a defender os trabalhadores e, enfim, os pobres em geral. A direita passou a defender o status quo vigente, ou seja, a propor que quanto menos mudanças melhor, especialmente se essas mudanças implicassem em fazer o estado cobrar mais impostos em favor de redistribuição de renda. Tudo iria piorar se assim se fizesse. É mais ou menos assim que vivemos hoje, nesse embate.

Os políticos da esquerda batem na tecla que os pobres precisam de uma ajuda estatal de vez em quando, principalmente no começo de suas vidas individuais e no fim delas: necessitam de condições para estudar que sejam semelhantes àquelas que os ricos já possuem desde o nascimento, e devem ter uma previdência social para a velhice. A direita diz que se o estado cobra impostos de todos para prestar serviço aos pobres, esses serviços podem não ocorrer, pois os políticos tendem a levar o dinheiro embora por meio da corrupção. O estado sempre seria bom arrecadador, mas péssimo gastador. Além disso, mesmo que os serviços fossem oferecidos, não seriam oferecidos com a presteza possível que caracterizaria a iniciativa privada. E mais: ao ajudar os pobres, os educaria de maneira a cultivar neles a indolência, não a iniciativa.

Nesse debate aparecem os intelectuais das universidades e os jornalistas. Eles são os que comentam tudo isso e, não raro, em época de eleições eles se aproximam dos partidos políticos para oferecer serviços de todo tipo. Querem ser a voz dos partidos e dos políticos, direta ou indiretamente. Ouvimos esses intelectuais. Mas, em geral, todos eles têm lá seus pecados. Os da direita às vezes mostram que não possuem tanta raiva dos da esquerda quanto do grupo que os da esquerda defendem. Ou seja, deixam transparecer que possuem mais ódio dos pobres que dos que dizem estar do lado dos pobres. Intelectuais assim, não raro, ferem nossa sensibilidade liberal e/ou cristã. Mas os da esquerda às vezes mostram que não tem apreço pela nossa inteligência, pois chegam a prometer coisas que já prometeram várias vezes e, se cumpriram, o fizeram do jeito deles, não do nosso. Nem sempre o que cumpriram era o que nós realmente precisávamos. Não raro, nos manipulam com tais dubiedades entre o “o que foi possível fazer” e o que de fato queríamos.

Tudo isso é a política moderna. Mas há nisso tudo um componente psicológico que nos atinge duramente, e este talvez seja um dos problemas mais difíceis de resolver em nossas sociedades ocidentais modernas: a inveja e de sensação de injustiça entre grupos. Há um nível de inveja suportável em nossas sociedades, mas ele pode crescer mais do que esperamos quando os ricos e os pobres começam a ter entre si um fosso estranho, que implica em fazer cada lado se sentir acuado e um pouco frustrado.

Um fosso entre ricos e pobres não despertaria inveja se ricos e pobres não se encontrassem e não se vissem senão em situações adrede preparadas. Mas, em nossa sociedade cercada de tecnologia, ricos e pobres, se não se enxergam, ao menos possuem a TV como espelho que os mostra uns para os outros. Espelho distorcido, mas ainda assim, espelho. E havendo espelho, pode haver comparação e, então, também aspirações não realizadas e, por isso, frustração e inveja. Uma sociedade possui níveis de tolerância para com esses sentimentos.

Os pobres podem muito bem não encontrar jamais os ricos. Mas os pobres podem fazer uma ideia dos ricos por meio da TV, especialmente reportagens e novelas. E agora de modo mais direto e mais realista pela Internet. A questão então é a seguinte, do lado do pobre: por que aquela pessoa que não se aparece tão diferente de mim tem o que eu não posso ter? Essa pergunta pode incomodar pouco, mas há momentos em que ela pode incomodar muito e, pior, muita gente pobre. O mais engraçado é o que o rico também sente inveja e também se apresenta ressentido: “por que aquela pessoa que não tem etiqueta e estudo pode ocupar a mesma mesa que eu nas negociações de salários e mesmo em reuniões com o governo?”
Quando isso acontece, quando a grama do vizinho parece mais verde e isso se torna uma “doença dos olhos” de todos em relação a todos, os laços de solidariedade necessários em uma sociedade, em uma cidade, ficam abalados. A sociedade começa a não funcionar direito.

A direita política ou, melhor dizendo, seus intelectuais propagandistas, tem uma enorme dificuldade de perceber isso, de levar a sério esse fenômeno. Ela prefere acreditar que só pobre e só gente de esquerda é ressentida. Ela não vê que a inveja e o ressentimento também brotam do lado dos ricos, e isso fica mais forte quando por questões de conjuntura o governo está nas mãos da esquerda. Ela não vê como algo explosivo. A esquerda também não entende esse fenômeno, porque para ela a distância entre ricos e pobres é algo que dói no bolso, não no coração. A esquerda despreza os elementos psicológicos dessa relação e, por isso mesmo, perde as rédeas de seus próprios comandados. Não raro, os pobres resolvem votar em alguém isolado, sem base partidária, que se apresenta como um vingador, alguém que diz que irá prender “os que ganham muito”. Essas figuras vingadoras são um perigo para a democracia liberal. Em algumas épocas elas aparecem desgarradas da esquerda e em outras da direita. Elas se aproveitam daquilo que os gregos diziam que era uma figura horrenda, que era descarnada e vomitava um líquido verde, fazendo adoecer os olhos das pessoas, que então ficavam obcecadas pelo que o outro tinha e elas pareciam não ter: a Inveja. É com a inveja que os vingadores e falsos heróis da política jogam para poder arrebanhar os pobres a seu favor.

Vivendo na cidade, sempre que temos de pensar algo em política, deveríamos a aprender a pensar algo também da psicologia dos que vivem na cidade sob a política. Inclusive deveríamos saber refletir sob nossa vida nisso tudo, sobre o nosso grau de inveja e frustração.


Fonte: http://ghiraldelli.pro.br/2012/09/23/os-pobres-e-a-politica/

22 comentários:

  1. Desigualdade entre todos
    Pelo meu ponto de vista entre pobres, ricos e política,eu creio que precisa-se sim do governo intervir na pobreza e na mendicância do pais, más principalmente ajudando-os não somente com bolsa família e diversos outros tipos de auxílios, más principalmente dando-lhe não somente o pão de cada dia, más sim ensino de qualidade, cursos técnicos, dado-lhe principalmente a dignidade através do próprio suor, do próprio serviço com empregos dignos de um ser humano .Más muitas das vezes os que recebem essas ajudas não procuram multiplicam questionando porque r essa ajuda e tentar fazer com que consiga melhorar de vida, muitas delas se acomodam e acabam na maioria dos casos tentando “ficar mais pobre” para receber mais auxílios.
    Existe também a questão da inveja entre os pobres e principalmente os ricos, onde quando existe um pobre más que tenta fazer a diferença e que tenta mudar de vida através dos estudos, muitas das vezes essa pessoa é ridicularizada enquanto lutava, e depois invejada por até mesmo parentes onde as vezes duvidam do sucesso da pessoa através dos estudos, e ficam se questionando porque ele conseguiu melhorar de vida e ele próprio não. Já nos ricos eles se invejam um dos outros principalmente pela promoção de cargos e de conquista de bens, onde uma tenta passar por cima do outro sem piedade, a qualquer custo, sem piedade e sem valores sociais, visando somente os seus lucros, agindo de irracional.
    Portanto o ser humano é um ser corruptível onde visa somente os valores próprios, não tentando dar o seu melhor mas sim tentando passar o melhor para traz, más como nessa vida nada se passa em branco, onde isso terá uma prestação de conta divina, mas mesmo se não houve uma justiça realizada pelos homens com os conceitos de igualdade entre todos e justiça para os que fazem coisas de errado, eles serão julgados mais tarde.


    EEEFM João Bley

    Quintiliano Paquini Nery
    3ºEMI Informatica

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  2. Os filosofos chamavam o estado de cidade e para ter melhorias em seu meio foi criado a politica.durante o periodo da idade media a cidade perdeu sua importancia os pobres havia se tornado a solução e não o problema, todos acreditavam que os ricos não mereciam o reino dos céus senão ajudarse os mais pobres.já no mundo moderno os politicos se dividiram em dois os da esquerda e os da direita , os da esquerda são os que acham que os pobres precism de ajuda,e os da direita são os que cobram impostos de quem ajudava os necessitados e que naõ poderião prestar serviços a eles e o dinheiro arrecadado iriam para os politicos que deveriam levar o dinheiro embora como forma de corrupção.
    sempre devemos está atentos as informações do cotidiano em relação a politica ,para que no futuro não nos arrependemos do que fizemos no passado politicamente.
    EEEFM joão bley
    Valquiria Fernandes Machado de Oliveira
    3M02

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  3. A sociedade e as diferenças
    No mundo em que vivemos, percebemos que a desigualdade social não é de hoje. Desde antigamente, nas cidades antigas, já havia a desigualdade social, os pobres, a pobreza, onde os que possuíam mais sempre estavam e estão acima dos que possuíam e possuem menos.
    A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas existe principalmente em países pouco desenvolvidos ou até mesmo não desenvolvidos.
    Para observarmos melhor, é só olharmos a nossa volta que veremos que em nossa sociedade existem indivíduos que vivem na miséria, enquanto outros vivem em mansões, rodeados de luxo e de belas mesas fartas todos os dias, e outros não tem sequer o que comer durante o dia.
    Em consequência disso, podemos ver a sociedade dividida em classes, classes sociais, classes essas, que mostram as desigualdades de uma sociedade capitalista e que estabelece as diferenças de privilégios e de desvantagens entre os indivíduos.
    E neste contexto, entra a política. Onde os políticos prometem, prometem e nunca cumprem. Fazem promessas e projetos aos pobres e a sociedade, mas o que eles realmente visão, são só valores, lucros e benefícios próprios, e não o que realmente a sociedade necessita.
    Portanto, podemos perceber, que mesmo os ricos tendo tudo o que querem e precisam, eles ainda são gananciosos, querem sempre mais e mais. E os pobres, mesmo com alguns benefícios do governo, também querem mais. Indivíduos que se comparam se invejam e competem entre si.
    E nesse mundo capitalista, enquanto o ser humano for ganancioso, sempre querendo passar por cima de tudo e de todos, visando somente o seu melhor, não haverá igualdade. E enquanto a sociedade não tiver um Estado democrático efetivo, não haverá como combater ou até mesmo reduzir significadamente a desigualdade social no Brasil e no mundo.


    Bruna Dip Vargas
    3°EMI Informática

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  4. O que se percebe é a diferença em que ricos e pobres são tratados no decorrer da história. Séculos atrás os pobres não tinham direitos e eram manipulados por indivíduos de poder aquisitivo maior. Um exemplo como um poder aquisitivo maior influenciava na aquisição dos direitos, era que na época do Brasil Colônia e no Brasil Império, o voto era censitário, ou seja, só podia votar quem possuísse uma certa quantia de dinheiro. Desse modo os pobres ficavam de fora.
    A seguinte frase: quem tem poder econômico quer também poder político, representa o modo como a política funcionava durante o Brasil República. Haviam os coronéis que eram pessoas que dominavam o cenário político das regiões interioranas do país. Em relação à maioria da população, possuíam poder aquisitivo maior e em razão disso, possuíam influência na região em que estava. Desse modo coagiam a população (aqueles de renda menor) a votarem no candidato escolhido por ele em troca de favores.
    Atualmente percebemos que o pobre é visto de maneira diferente. Em época de eleição, o candidato se volta para a população mais carente e de uma certa forma se aproveita da condição em que ela se encontra. Muitas vezes, esses indivíduos de poder aquisitivo menor não possuem uma boa formação escolar e não desenvolveram o lado crítico, dessa forma são influenciados rapidamente por esses candidatos que fazem promessas e compram os seus votos por apenas pequenas retribuições.
    O indivíduo considerado pobre recebe diversos benefícios do governo. São auxílios criados que a meu ver, ajudam a reproduzir uma boa imagem do governo. Um governo que se mostra prestativo e preocupado com a camada mais pobre. Não ignoro que esses benéficos são úteis e que ajudam aqueles que precisam, só acho que o que deveria ser feito é uma medida que desse resultado em longo prazo, como por exemplo, o investimento na educação.

    Jocineia Partelli Pessin - 3º EMI Logística

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  5. Bom devido o caso de pobreza em nosso país o governo deveria sim intervir e procurar quem realmente precisa e ajudá-los, pois atualmente existem muitos que se fazem de coitados para ganharem ajuda, mas na verdade tem muito mais do que falam, por isso o governo deveria pesquisar e ir atrás para saber quem realmente precisa e ajudar com os vários programas de ajuda como: Bolsa Família, Bolsa Escola, conseguir consultas de graça, pois o mais importante na sociedade e para você mesmo é a saúde, higiene. Portanto em minha opinião o governo deveria ajudar mais o povo.

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  6. Caroline da Silva Alves
    3ºEM01


    Nosso país há muita desigualdade e com esta diferença tão grande o governo tem q agir mais ainda para tentar amenizar esta situação tão desagradável principalmente para as pessoas pobres que mesmo recebendo bolsa família,bolsa escola,entre outros auxílios que o governo lhes dá não é o suficiente pra isto,pois se querem acabar com esta desigualdade então tem que investir ais no ensino de qualidade para que possam se formar pessoas dignas e que possam ter a capacidade de conseguir um emprego bom.
    Masa sem querer competir com o outro de uma forma que irá prejudicá-lo,pois entre ricos e pobre a competição é ainda maior e cm isto vem pessoas lhe dizer que você não é capaz de vencer,que sempre vai existir alguém melhor que você ou que simplesmente quer ter tudo o que você conseguiu fazendo de tudo para te derrotar.
    Portanto em nossa sociedade,por mais que você seja "honesto" você é corrupto e competitivo,por desejar as vezes para o outro tudo de ruim e por fazer isto acontecer.Então na minha opinião para começar a acabar com esta desigualdade principalmente para o pobre,temos que acabar primeiro com a corrupção e a inveja,e com esta acomodação que se tem pelo fato do governo ajudar a estas pessoas que muitas vezes não valorizam a ajuda que tem,como por exemplo uma reportagem que passou em um jornal da TV,onde uma mãe usa o cartão do bolsa família para poder comprar droga para sustentar seu vício,e enquanto isso sua filho por ela podia morrer de fome.Com isto eu digo que o governo tem que conhecer mais de perto a vida dessas pessoas que ele ajuda.

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    1. Esse texto fala exatamente como o poder político “lidava” com os pobres antigamente e até hoje. Mesmo antes de Cristo, os grandes líderes tratavam os pobres como mercadoria. Ao passar dos anos não foi diferente. Numa sociedade o pobre sempre representou problemas, mesmo sendo eles que giram a economia de um país.
      Atualmente, a grande maioria da população brasileira, é constituída por pobres, os políticos, como forma de estratégia, momentos antes das eleições se voltam para a população pobre, cheios de promessas e muitas vezes com caráter socialista, de igualdade, fraternidade e etc., enganam a população menos favorecida, que muitas vezes se unem em prol da campanha de tal política e são enganados depois. O governo Lula trouxe para o país, esse “costume” um tanto quanto ruim de oferecer auxílios para os mais necessitados. É lógico que não quero ver ninguém passando fome, mais existem outras maneiras que ajudar os cidadãos.
      Eu sou daquelas que acreditam que a solução está sim na educação. Pobres sempre vão querer ser ricos e os ricos quanto mais tem, mais querem. Ou seja, pra tentar ameninar isso e ao menos igualar um pouco, o governo deveria investir mais em educação e projetos sociais, já que os pobres, nessa grande revolta, muitas vezes, sem instrução, são marginalizados.

      Lara Poncio Batista, 3º logística

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  7. Percebemos que a diferença e separação de pobres e ricos, acontece ao longo dos tempos. E de acordo com a época, o pobre é "encaixado" em algum lugar, provavelmente com um aspecto inferior a todos.E assim como no mundo antigo e atual, a questão pobre/rico, nos faz questionar perante a sociedade,como: Porque a existência, porque a diferença?
    Atualmente é grande a relação feita dos pobres com o aumento da bandidagem, desemprego,favelas. Isso porque as pessoas mais pobres não possuem condições financeiras o suficiente para seguir certo padrão de vida, envolvendo-se então com situações desagradáveis, e que acirram os problemas na sociedade.
    Apesar do governo hoje, dar alguma assistência para a classe mais pobre como alguns projetos de ajuda financeira, isso não se mostra o suficiente para amenizar os problemas encontrados. Então o governo poderia estar disponibilizando mais recursos e assistência, de uma forma em que se observasse um melhor resultado do que o já obtido.
    NÚBIA ARAÚJO DE OLIVEIRA 3ºEMI-LOGÍSTICA

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  8. DÉBORA ROSAS PETERLE
    3ºINFORMÁTICA

    A origem da desigualdade social na humanidade está diretamente ligada à relação de poder, estabelecida desde o princípio dos tempos, popularmente conhecida como a 'lei do mais forte'. Ao longo dos séculos, com a evolução da humanidade, essas relações de desigualdades sociais também apresentaram um aumento em reflexo de como se davam essas mudanças. A antiga sociedade medieval estava, então, sendo transformada, inclusive nos tipos de desigualdades que antes se davam só na relação de poderio entre senhores e vassalos, monarquia e plebe. Com a revolução industrial e a crescente relação comercial estabelecida em todo o mundo, passa a se ter isso em todo o contexto social, e em esferas mais específicas das camadas sociais, como patrão e empregado, por exemplo. Portanto podemos dizer também que a desigualdade social está liga a politica, pois é ela que nos dá o direito de mudar as coisas, cabe a nós sabermos usá-la de modo que visa o melhor para todos da cidade (Estado).

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  9. Desde a Antiguidade, existem desigualdades sociais,em que poucos tem muitos recursos e muitos não tem quase nada. No decorrer da história humana, várias foram as mudanças para tornar os pobres membros participantes da sociedade da mesma forma que os ricos. Porém, a maioria dessas mudanças demoraram acontecer, como por exemplo, o direito ao voto. Houve uma época, que somente quem tivesse determinada renda tinha o direito de votar. A partir da Constituição Brasileira de 1988, todos os cidadãos passaram a ter direito de votar ( antes dessa constituição, analfabetos não podiam votar, e só é analfabeto quem não tem meios de acesso a educação ou possuem alguma doença que os impeça de serem alfabetizados). Porém, os ricos continuam se aproveitando e influenciando os pobres, principalmente na área da política. Os pobres costumam ser menos intruidos, e os que são, se aproveitam dessa condição para conseguir benefícios, principalmente em campanhas políticas. Fazem promessas maravilhosas mas que são impossíveis de serem cumpridas por vários fatores. Uma solução para a diminuição da pobreza é a geração de empregos e o desenvolvimento da educação. A educação é essencial para melhorar a vida dos pobres de todo o mundo. Mas para o governo, muitas vezes não é viável já que se o povo deixar de ser ignorante, haverão problemas na hora de 'esconder' seus crimes de corrupção. Enquanto não houver o empenho dos poderosos( não falo somento de políticos, mas dos que possuem alto poder aquisitivo) os pobres continuarão sendo vítimas da sociedade.

    Estér Casagrande Khéde
    3º EMI Informática

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  10. Desde o início da sociedade, sempre houveram os que tinham mais bens que os outros. Ao longo dos anos, a história do mundo mudou, mas esse é um fato que nunca deixou de ocorrer. Antigamente, os pobres não tinham direito nem mesmo de escolher seus próprios governantes. Esse direito demorou a ser conquistado, mas alguns se esquecem da luta que os buscaram alcançar tal feito, e simplesmente não valorizam os voto. Além disso, muitos são manipulados pelos políticos, que prometem mudar a situação deles, mas que quando alcança seus objetivos, simplesmente se esquecem dos que o ajudaram. Para mudar esse quadro, a corrupção deve ser combatida e a educação melhorada para que os que mais necessitam dela, possam usa-la para se qualificar e conseguir empregos que mudarão seu quasro social.

    Renan Fim de Oliveira
    3º M02

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  11. Os gregos chamavam as cidades de país, a tarefa de administra-la de modo a fazer todos viverem bem ficou chamada de politica. Durante a Idade Média os ricos para não irem para o inferno davam esmolas para as pessoas pobres ou davam dinheiro para a igreja que cuidava das classes desfavorecidas. Está atitude era uma maneira de os pobres não se sentirem infelizes devido sua situação.
    Atualmente os políticos se dividem em dois grupos os de direita e os de esquerda, sendo que os de esquerda defendem os direitos dos trabalhadores e enfim os pobres em geral, sendo que falam que os pobres precisam de uma ajuda estatal ou seja tenha que ter condições de estudar como os filhos dos ricos e etc.
    O imposto cobrado para investir em educação, saúde, lazer para os pobres as vezes não chega devido a corrupção.Na época de eleições políticos que nunca deram importância aos pobres os procura para pedirem votos, fazer promessas que na maioria das vezes não se cumprem só por interesse. Os indivíduos não precisam de deter uma alta quantia de dinheiro no banco para serem felizes o que importa é ser humilde, simples e bondoso o dinheiro só compra bens materiais o que não garante a felicidade do individuo.
    Kátia Thiengo Batista 3ºM02 João Bley

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  12. Se o Brasil continuar desta mesma forma em que se encontra hoje, cheio de violência, ganância, as pessoas que possuem uma renda muito baixa ou que não possuem renda a cada novo dia estará passando necessidades com: falta de comida, casa, vestimenta, medicação, entre outros. Quando ainda se possui a baixa renda dá pra satisfazer alguma necessidade, morar em barracos nas favelas assim deixando os viadutos, conseguir algum tipo de comida mesmo que não seja com fartura e tenha variedade, mas para se sentir-se bem.
    Se as autoridades prestassem mais atenção na sociedade, iria ver que muitas pessoas passam necessidades e investiria mais para que as mesmas possam ter uma vida digna, uma casa, comida. Investiria mais nas bolsas que favorecem os pobres e não em ajuda para eles próprios que recebem o suficiente para viver no luxo.
    Isabela Coradini Lopes, 3ºM01

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  13. Basicamente o artigo acima se refere a ‘pobres e ricos’ e suas diferenças e seu poder de mudar uma sociedade e que tais características foram se modificando com o passar do tempo.
    Antigamente os ‘pobres’ eram nada na sociedade, não tinham direito de votar, de exercer seus direitos de cidadãos e nem de mudar seu futuro, com o passar do tempo essa realidade foi se modificando fazendo com que a classe baixa cada dia mais influencie no país em que vivemos, o grande problema é que muitas vezes por não terem um grau de escolaridade mais alta acabam fazendo escolhas eradas podendo ter uma consequência alta na sociedade, por exemplo, hoje são os responsáveis por resultado de eleições onde candidatos mal intencionados usam essa parte da população comprando votos, isso tem como consequência mais um politico corrupto no poder, pois a pater ‘rica’ ainda é minoria.
    Atualmente o problema da classe baixa é a falta de escolaridade e consequentemente a falta de critica que os deixam ser enganados, mas essa realidade também está se alterando, pois o acesso a escola está modificando o pensamento de jovens que querem um país justo sem corrupção, que com um estudo melhor também vai tem condições melhores ‘quase ricos ou ricos’.
    Os ricos por sua vez priorizam quem lhes oferecem ‘status’ e garantia que vão continuar como quase dominantes, e recebendo privilegio no governo. Acabam conseguindo seu objetivo, pois o politico corrupto só vai ate o pobre na hora da eleição depois se alia a que tem mais poder financeiro, pois está ali no poder atrás de dinheiro e riqueza.
    Portanto a solução é melhorar a educação e fazer ela obrigatória fazendo com que todos tenham oportunidades, tornando todos iguais e juntos decidir o melhor para cidades, estados e para o país.
    Elaine Campanha Thiêngo
    3° EMI Log

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  14. As diferenças entre ricos e pobres são evidentes, quando nos encontramos em uma sociedade cercada por disputas não só políticas como também sociais, que por muitas vezes essas forças se encontram unidas durante a época de eleições, onde costuma haver um candidato defensor da classe mais baixa que costuma vencer devido a predominância dessa classe.
    Ao longo da história, são diversos os casos que são de situações onde os pobres eram coagidos e até mesmo enganados por pessoa que pertenciam a uma classe superior a deles, como no caso da Idade Média citado no artigo, ou seja, basicamente percebe-se que estes só acham os pobres “úteis” quando necessitam de “usá-los” a fim de suprir suas próprias necessidades. A ignorância e falta de senso crítico faz com que essas pessoas sempre sejam prejudicadas e manipuladas. Solução para este caso, não há exatamente, pois sempre irá existir essa alienação por parte dessas pessoas, mas pode ser amenizado investindo-se em educação para que ajude na formação desses indivíduos que por muitas vezes, não é oferecido, porque uma “sociedade pensante” seria prejudicial ao governo.
    Lessa Braz Lopes 3°Logística

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  15. É muito triste saber o quanto individualistas são as pessoas, que só pensam ou promovem em algo para benefício próprio, independente das consequências, o comodismo tomou parte da situação. Há muita desigualdade no país em que vivemos. As pessoas deveriam ser tratadas como tal, não como objetos, mercadorias de troca, precisam abrir mais os horizontes, enxergar além do que se pode vê. Todos nós merecemos respeito e temos a nossa importância no meio em que vivemos, cada qual com a sua função. Deveriam existir mais projetos de inclusão, dar mais oportunidade e condições de vida melhores. Somos feitos de valores e não pela quantia que carregamos em nosso bolso, status... Política é isso, é alguém que conheça as nossas dificuldades, que atenda os nossos pedidos, que nos represente e fale por cada um de nós! Ou pelo menos deveria ser... Infelizmente! A EDUCAÇÃO TRANSFORMA O MUNDO!

    Marcel Santiago
    3° Informática.

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  16. Saber administrar é primordial para se sustentar uma boa política. Infelizmente hoje não vemos isso tão claramente, e deixamos por isso mesmo, sem cobrar. Uma boa administração também se dá pelo povo, onde este tem o poder de fiscalizar e cobrar políticas mais humanitárias.

    Amanda Pupin de Camargo
    3.01

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  17. Esse texto fala exatamente como o poder político “lidava” com os pobres antigamente e até hoje. Mesmo antes de Cristo, os grandes líderes tratavam os pobres como mercadoria. Ao passar dos anos não foi diferente. Numa sociedade o pobre sempre representou problemas, mesmo sendo eles que giram a economia de um país.
    Atualmente, a grande maioria da população brasileira, é constituída por pobres, os políticos, como forma de estratégia, momentos antes das eleições se voltam para a população pobre, cheios de promessas e muitas vezes com caráter socialista, de igualdade, fraternidade e etc., enganam a população menos favorecida, que muitas vezes se unem em prol da campanha de tal política e são enganados depois. O governo Lula trouxe para o país, esse “costume” um tanto quanto ruim de oferecer auxílios para os mais necessitados. É lógico que não quero ver ninguém passando fome, mais existem outras maneiras que ajudar os cidadãos.
    Eu sou daquelas que acreditam que a solução está sim na educação. Pobres sempre vão querer ser ricos e os ricos quanto mais tem, mais querem. Ou seja, pra tentar ameninar isso e ao menos igualar um pouco, o governo deveria investir mais em educação e projetos sociais, já que os pobres, nessa grande revolta, muitas vezes, sem instrução, são marginalizados.

    Lara Poncio Batista, 3º logística

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  18. A desigualdade social vem crescendo a cada dia. Um dos caminhos para que isso termine é com a educação, principalmente a superior. Educação que poucas pessoas têm acesso. Os pobres consequentemente são aqueles que fazem a riqueza dos outros.
    Antigamente os pobres não tinham livre acesso a quase nada, mais como agora estão exercendo seus direitos são cortejados pelos políticos, pois são uma grande quantidade e são influenciados com grande facilidade por eles, e assim os políticos lucram com os votos por exemplo, da classe social mais inferior prometendo melhorar a vida dos mesmo mais na verdade só querem status pra vencerem.

    Liâna Mara
    3º Logística

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  19. Não e difícil ver essa situação nos dias de hoje, ainda existe muitas pessoas precisando de ajuda e nada e feito. Esse ano passamos por uma eleição em outubro, e nela podemos ver como que são os candidatos na época das eleições, depois que ganha continua a mesma coisa, faz algo no primeiro ano, depois mais nada e feito, e ainda continua essa desigualdade entre "poderosos" e pobres. Hospitais públicos continuam
    sem vagas para consuntas, sem médicos, sem aparelhos para certos exames, muitas das vezes temos que sair da nosso cidade para ir em outra só p fazer um exame. E eu pergunto cade o nosso dinheiro? quem f a economia são o povo, não importa se e pobre ou rico. Temos que ir atras dos nossos direitos e cobra, não pode existir essa desigualdade que tem ate hoje no nosso brasil!
    Educação,cidadania e direito, são coisas básicas que pode mudar essa desigualdade e só querer

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  20. Bom, eu não vejo os pobres como invejosos não, acho que todos nós somos capazes de corremos atras de nossos sonhos e conseguirmos dar uma reviravolta em nossas vidas, e os ricos nem sempre são tão orgulhosos a ponto de desprezarem um outro ser pelo simples fato de ele não ter etiqueta, ele ou a família dele com certeza lutou para conseguir ter o que tem hoje. existe uma inveja construtiva em que o pobre vê o rico e se motiva para um dia poder ser igual a ele! Tudo isso é uma questão de empenho e dedicação, só falta os pobres abrirem o olho e aproveitarem as oportunidades q a eles são oferecidas!

    Matheus Caliman dos Santos 3º01

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  21. O foco do texto são os pobres e a política, mas acho que o foco deve ser outro: seres humanos que vivem à margem da sociedade.
    Se discute muito como esse "grupo" se tornou tão grande e os possíveis prejuízos que eles trazem. Realmente, não podemos dizer que estão no auge de sua colaboração mas, a visão que estes só nos trazem prejuízos é mesquinha.
    Já que a situação chegou a esse ponto só nos resta resolver e tornar estes, que também são cidadãos, homens ativos e colabores da formação da sociedade em que deveriam estar inseridos.
    Independente de o governo ser de direita ou esquerda ele tem a obrigação de oferecer modos para que essa parcela da população se desenvolva. Nesse ponto não podemos deixar de lado a boa atuação que o governo tem em relação aos pobres desde que o partido dos trabalhadores assumiu a presidência.
    É certo que nem tudo que se promete se torna realidade e que os escândalos não cessaram, mas a aceitação da população vem crescendo e aprovando a busca por uma sociedade composta por todos e em que os menos favorecidos também possam se desenvolver. Vimos isso na eleição para prefeito de São Paulo, em que mesmo em meio ao julgamento do mensalão o candidato vencedor foi o do partido envolvido no escândalo mas, o que também levou o país a outro patamar.
    A busca por uma sociedade melhor nos enche de esperança e nos dá força para mudar esse quadro.
    Viviane Santos Corrêa Beneta
    3ºEMI Logística

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